Apostas: Boudoir

17 set

O boudoir nasceu durante o século dezoito na corte francesa, mas se engana quem pensa que ele sempre teve o mesmo significado dos dias de hoje.

Boudoir era o quarto em que as rainhas e as damas da corte usavam para se vestir, mas bem mais do que um closet antigo onde ficavam apenas roupas e as lingeries, aquele espaço era exclusivo das mulheres e onde elas compartilhavam várias atividades juntas. Ler, conversar, acompanhar as amigas e descansar da vida da corte eram algumas das atividades que as mulheres realizavam no aposento.

Essa presença exclusiva da ala feminina cercada pelo “universo” que havia nesses cômodos despertava o interesse dos homens e criava uma aura de mistério e sensualidade.

Com o fim desses quartos, esse clima passou a ser associado a um determinado estilo de roupa que usava da lingerie na sua produção.
É o que conta a antiga professora de Design de Moda da FIB e atual mestranda da FAPESP, Verena Lima.

Verena Lima fala com o Estilo em Claquete

O estilo boudoir é o uso do underwear como outwear de forma delicada e ultra feminina, mas não basta apenas deixar a roupa íntima aparecendo! Soft colors, babados, rendas e pérolas brincam com esse universo feminino da roupa e da lingerie. Diferente do sexy ou do erótico, o estilo é muito mais insinuante do que revelador.

Verena Lima fala com o Estilo em Claquete

Comprovando sua importância na moda atual, no último inverno 2010 o que não faltou foram marcas resgatando o estilo: Marc Jacobs, Jean Paul Galtier, Rosa Chá, Christian Dior e Chanel só para citar algumas.

O Boticário também investiu no clima de boudoir para suas maquiagens e lançou a coleção Secrets Collection de tons leves e femininos em sua paleta de cores. Além da beleza e da moda, o tema é inspiração sempre para a fotografia, que utiliza das cores e da composição para imagens bucólicas. Prova de que esse estilo não é apenas para ser visto, mas para ser sentido e interpretado.

Na sequencia: Marc Jacobs, Jean Paul Galtier, Rosa Chá, Christian Dior e Chanel

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Estilo indica: I’m a cliché – ecos da estética punk

7 set

O samba e a bossa nova são as marcas do Rio de Janeiro, mas agora o novo ritmo da cidade é o punk! A exposição “I’m a cliché – ecos da estética punk” veio direto da
França para a cidade maravilhosa. Reunindo fotografias, fotocolagens e banners, a exposição mostrou como esse ritmo influenciou diferentes gerações não só na música, mas na moda, no cinema e no design, criando uma essência única. Afinal a ideia era não abaixar a cabeça e lutar contra o sistema!

A música:
Usavam as canções para falar de sua revolta contra o sistema, mas também contra a música de má qualidade.
O cinema: O primeiro filme punk foi “Jubille”, do cineasta Derek Jarman. Ele usava e abusava do humor negro procurando chocar o público em todas as cenas.

A exposição que começou dia 12 de julho vai até 02 de outubro, e teve seu nome inspirado por uma canção da banda punk X-Ray Spex. São 150 obras de doze artistas, como Andy Warhol, Robert Mapplethorpe e Jamie Rei. Juntas, elas formam um arquivo cheio de informações e curiosidades sobre o universo punk.
Localizada no CCBB, Centro Cultural banco do Brasil, a mostra é de terça a domingo das 9 as 21 horas. A entrada é gratuita. Para maiores informações há o telefone da bilheteria do CCBB: (21) 38082020

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Holly Golightly comemora 50 anos

22 jun

Um carro pára no meio fio de uma calçada, enquanto uma mulher desce e observa a joalheria a sua frente, a famosa Tifanny & Co. Vestida num tubinho preto, são vários os colares e pérolas no pescoço da mulher que se refletem na vitrine da loja. Essa cena, talvez uma das mais famosas da história do cinema, é a cena de abertura do filme Breakfast at Tiffany’s. Filmado em 1961 e vencedor de dois Oscars, melhor canção e melhor trilha sonora, o longa é estrelado por Audrey Hepburn, atriz que encantou meninas de várias gerações. Dirigido por Blake Edwars, a comédia romântica juntou três ingredientes fundamentais para seu sucesso: uma diva da moda e do cinema, uma história de amor doce e um figurino maravilhoso. Com um pacote desses, Breakfast at Tiffany’s completa 50 anos de história, sendo cultuado até hoje como símbolo do romantismo nas telonas.

 


O famoso vestido preto consagrou o minimalismo e o “menos é mais” de Coco Chanel também nos cinemas, e se tornou um dos figurinos mais copiados e reproduzidos da história. Audrey Hepburn, a grande estrela da Paramount já havia ganhado o Oscar de melhor atriz em “A Princesa e o Plebeu” e teve sua consagração como diva no filme. Tanto que a música Moon River, trilha do filme em uma de suas cenas mais famosas, foi escrita especialmente para a atriz.
Mas não foi o coração de todo mundo que se encantou por Breakfast at Tiffany’s. Baseado na obra de Truman Capote,o roteiro do filme foi odiado pelo escritor. A história original, de uma prostituta bissexual que tem um relacionamento com um escritor gay, foi totalmente mudada em Hollywood e ganhou uma versão bem mais doce no cinema. Assim nascia a história de Holly Golightly, que eternizaria Audrey Hepburn como uma figura lendária. Prova disso é a quantidade imensa de acessórios, roupas, quadros, objetos e homenagens à Breakfast at Tiffany’s. Até na série Gossip Girl, a abertura do filme ganhou uma versão.

O roteiro, e todos os detalhes que encantam meninas em todo o mundo, fazem com que Breakfast at Tiffany’s comemore 50 anos como um clássico do cinema.

 

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Trilha Sonora: (500) Days of Summer

14 jun

Uma coisa é certa – e fica claro desde o início para o telespectador -, a história do filme (500) Days of Summer, lançado em 2009, não é uma história de amor. O longa, que tornou a atriz Zooey Deschanel conhecida do grande público, conta a história de um conto de fadas moderninho e às avessas.

A história de Summer Finn, interpretada por Zooey Deschanel, e de Tom Hansen, interpretado por Joseph Gordon-Levitt, foi a maior surpresa da crítica especializada nos últimos anos.
A produção independente acabou sendo distribuída pela Fox Pictures e foi aplaudida de pé na sua estreia, no Sundance Film Festival. Além do lucro de 60 milhões de dólares e de várias premiações,(500) Days of Summer encantou o público em cenas que mostram um amor verdadeiro, mas com problemas reais. O enredo, que não segue uma linearidade, mostra como o casal Tom e Summer se apaixonou durante 500 dias, e como a vida de cada um mudou depois disso.

As músicas, que são peça central do filme, chegaram ao número 42 da Billboard e o CD de trilha sonora virou hit na internet. A canção You make my dreams come true, de Hall & Oates, virou marca registrada do filme ao ser tocada quando Tom, apaixonado por Summer, sai dançando pelas ruas de Los Angeles. Além dela, músicas como Vagabond, da banda Wolfmother e Us, da cantora Regina Spektor fizeram sucesso com o público e foram muito tocadas. Na trilha sonora ainda há músicas de Carla Bruni, The Smiths e da banda da protagonista Zooey Deschanel, a She & Him.

You make my dreams come true – (500) Days of Summer

Além do sucesso musical o filme foi indicado para o Globo de Ouro de melhor filme e melhor ator.

Lista completa da Trilha Sonora:

1 – “A Story of Boy Meets Girl”
Mychael Danna e Rob Simonsen

2 – “Us”
Regina Spektor

3 – “There Is a Light That Never Goes Out”
The Smiths

4 – “Bad Kids”
Black Lips

5 – “Please, Please, Please Let Me Get What I Want”
The Smiths

6 – “There Goes the Fear”
Doves

7 – “You Make My Dreams”
Hall & Oates

8 – “Sweet Disposition”
The Temper Trap

9 – “Quelqu’un m’a dit”
Carla Bruni

10 – “Mushaboom”
Leslie Feist

11 – “Hero”
Regina Spektor

12 – “Bookends”
Simon & Garfunkel

13 – “Vagabond”
Wolfmother

14 – “She’s Got You High”
Mumm-Ra

15 – “Here Comes Your Man”
Meaghan Smith

16 – “Please, Please, Please Let Me Get What I Want”
She & Him

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Trilha Sonora: (500) Days of Summer

14 jun

Uma coisa é certa – e fica claro desde o início para o telespectador -, a história do filme (500) Days of Summer, lançado em 2009, não é uma história de amor. O longa, que tornou a atriz Zooey Deschanel conhecida do grande público, conta a história de um conto de fadas moderninho e às avessas.

A história de Summer Finn, interpretada por Zooey Deschanel, e de Tom Hansen, interpretado por Joseph Gordon-Levitt, foi a maior surpresa da crítica especializada nos últimos anos.
A produção independente acabou sendo distribuída pela Fox Pictures e foi aplaudida de pé na sua estreia, no Sundance Film Festival. Além do lucro de 60 milhões de dólares e de várias premiações,(500) Days of Summer encantou o público em cenas que mostram um amor verdadeiro, mas com problemas reais. O enredo, que não segue uma linearidade, mostra como o casal Tom e Summer se apaixonou durante 500 dias, e como a vida de cada um mudou depois disso.

As músicas, que são peça central do filme, chegaram ao número 42 da Billboard e o CD de trilha sonora virou hit na internet. A canção You make my dreams come true, de Hall & Oates, virou marca registrada do filme ao ser tocada quando Tom, apaixonado por Summer, sai dançando pelas ruas de Los Angeles. Além dela, músicas como Vagabond, da banda Wolfmother e Us, da cantora Regina Spektor fizeram sucesso com o público e foram muito tocadas. Na trilha sonora ainda há músicas de Carla Bruni, The Smiths e da banda da protagonista Zooey Deschanel, a She & Him.

You make my dreams come true – (500) Days of Summer

Além do sucesso musical o filme foi indicado para o Globo de Ouro de melhor filme e melhor ator.

Lista completa da Trilha Sonora:

1 – “A Story of Boy Meets Girl”
Mychael Danna e Rob Simonsen

2 – “Us”
Regina Spektor

3 – “There Is a Light That Never Goes Out”
The Smiths

4 – “Bad Kids”
Black Lips

5 – “Please, Please, Please Let Me Get What I Want”
The Smiths

6 – “There Goes the Fear”
Doves

7 – “You Make My Dreams”
Hall & Oates

8 – “Sweet Disposition”
The Temper Trap

9 – “Quelqu’un m’a dit”
Carla Bruni

10 – “Mushaboom”
Leslie Feist

11 – “Hero”
Regina Spektor

12 – “Bookends”
Simon & Garfunkel

13 – “Vagabond”
Wolfmother

14 – “She’s Got You High”
Mumm-Ra

15 – “Here Comes Your Man”
Meaghan Smith

16 – “Please, Please, Please Let Me Get What I Want”
She & Him

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FikaDika: Livros de moda e cinema

6 jun

Livros são indispensáveis para quem quer se aprofundar ou aprender um pouco mais sobre moda e cinema. Prova disso é a quantidade de títulos sobre esses assuntos que aumentam cada dia mais nas livrarias do país.

E olha que não são poucos!

De diferentes temáticas – envolvendo histórias, dicas, figuras lendárias, resenhas e até ficção – alguns desses livros sempre aparecem em acervos especializados no assunto e ajudam a ilustrar e enriquecer muito o estudo nas duas áreas

O Estilo em Claquete separou alguns livros interessantes e super procurados sobre moda e cinema, e mostra onde você pode encontrá-los, seja na internet ou em livrarias e sebos de Bauru.

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A tela Global – Gilles Lipovetsky e Jean Serroy

Explorando os diferentes tipos de telas que temos acesso hoje em dia – que vão desde o computador, até o celular e, logicamente, o cinema – Gilles Lipovetsky e Jean Serroy fazem de suas especialidades peças chaves para se entender como as telas surpreendem e magnetizam as pessoas. Negando o discurso de que são elas as responsáveis pelo empobrecimento da cultura e da criatividade, os autores mostram como o cinema, em especial, ajuda transformar o imaginário das pessoas.

 

Como a geração sexo, drogas e rock’n'roll salvou Hollywood – Peter Biskind

Através de relatos e entrevistas, o livro nos conta sobre uma das épocas mais brilhantes e mais lembradas do cinema hollywoodiano, quando inúmeros filmes, seus diretores e atores, mostraram uma nova forma de se fazer cinema, numa relação de idolatria, dinheiro, poder e sucesso. Recontando a história dessas pessoas e de suas obras, eternizadas nas telonas, “Como a geração sexo, drogas e rock’n”roll influenciou Hollywood” é um dos relatos mais completos e bem trabalhados sobre a época mais emblemática da história do cinema.

 

Figuras traçadas na luz – David Bordweel

Único livro do autor traduzido em português – e um dos mais completos e indispensáveis numa boa bibliografia de cinema – “Figuras traçadas na Luz” tem como principal foco o trabalho de quatro diretores, Louis Feuillade, Kenji Mizoguchi, Theo Angelopoulos e Hou Hsiao-Hsien. Através de]les, e de suas obras, o autor procura analisar a relação entre o produto mostrado na, seu estilo e conceitos fundamentais, e a forma como são interpretados pelos telespectadores.

 

O Império do Efêmero – Gilles Lipovetsky

Obra-prima para a área de moda, o Império do Efêmero procura entender a moda como um fenômeno recente e que faz parte, em especial, do mundo ocidental. Sua relação com outras áreas, seu poder e seu caráter libertário conferem para a obra a base de todo seu desenrolar, através do pensamento filosófico. Essa obra de Gilles Lipovetsky é interessante não só para aqueles interessados em moda, mas para todos aqueles interessado no novo.

 

 

Moda do Século XX – François Baudot

Através de datas, grandes nomes e movimentos que influenciaram a moda, o escritor François Baudot faz uma retrospectiva de como esta se desenvolveu nos últimos 100 anos, e como sua história está entrelaçada com o vestuários e outras áreas próximas. O novo, tema tão presente e tão significante para a moda, é trazido ao lado de outros temas frequentes e ligados à área, como o efêmero, a sedução e o corpo. <

 

 

Histórias da moda – Didier Grumbach

Uma cronologia da história da moda é a base central do livro de Didier Grumbach, principalmente no tocante ao vestuário e como este, passando pela alta-costura e pelo pret-a-porter, encontrou seu lugar na área. O livro conta a história da moda através de ações e personagens responsáveis pelo seu desenvolvimento e sua relação com a sociedade.

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Apenas alguns da imensa lista de livros sobre essas áreas, esses títulos podem ser encontrados em lojas físicas ou virtuais. Em Bauru, há a livraria Empório Cultural, localizada no Bauru Shopping e a recém-inaugurada Nobel, na Rua Alberto Segalla, que possuem títulos sobre as duas áreas. Há ainda alguns sebos, como O Sebo do Baú, que fica na rua Treze de maio no centro da cidade.
E nessas horas a internet também ajuda!
Nos site da Livraria Cultura, há seções específicas de livros com os dois temas, e o site da 2001 Vídeo, é especializado na venda de livros sobre cinema. Para livros mais difíceis de serem encontrados, há ainda o Amazon, site internacional.

O importante mesmo é não deixar a leitura de lado, seja sobre moda, cinema ou qualquer outro assunto!

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Apostas: Reino Unido

2 mai

São várias as culturas, os países e os movimentos que influenciam a moda e o cinema, até porque muito do que vemos nas coleções, nos filmes e criações vão bem além de modismos e tem relação direta com nosso contexto histórico e social. Afinal, a moda e o cinema expressam muito da nossa época e daquilo que vivemos.

Certos temas, no entanto, sempre estão indo e voltando nas duas áreas e, com um encanto em particular, mostram que sua relação com a moda e o cinema é muito estreita.

O Reino Unido – formado pela Grã-Bretanha e Irlanda do Norte – é um desses temas que quase sempre vemos – mesmo que de maneira sutil – influenciando as telonas e as passarelas.

Seus movimentos, em particular, influenciaram várias áreas e gerações. Um deles (e um dos que tiveram e tem maior força) foi o punk.

O estilo punk, que antes de tudo se expressa numa atitude, procura chocar e contestar os valores da sociedade. O xadrez, as tachas e as peças mais “podrinhas” são herança do movimento, que teve seu auge na década de 70. Atualmente, Vivienne Westwood é a estilista que mais traduz o punk em suas coleções e que usa e abusa dessa filosofia contestadora para sua marca. Mas assim como na moda, no cinema o punk também deu as caras. Filmes e documentários como High School Band, The Filth and the Fury e Punk: Attitude retratam bandas e peças chaves do movimento na década de 70.

Foram as telonas, aliás, o palco de outro movimento do Reino Unido. O free cinema, como ficou conhecido, já adiantava uma discussão que hoje invade outras áreas, inclusive a moda. Lutando pela expressão de liberdade sem o uso de propagandas, o free cinema nasceu na década de 50 e é considerado por muitos como a Nouvelle Vague britânica.

Mas não foram só o punk e o free cinema as heranças do Reino Unido.

Afinal, a terra de Alexander McQueen, Twiggy e Daniel Radcliffe sempre serve de inspiração.

Duas das coleções de inverno 2011 da Accessorize, a Belle e a Twilght foram todas baseadas no Reino Unido, e estampam bandeiras ao lado de muitas jóias reais, dourado e vermelho.

Além disso, há marcas que retratam bem esse lifestyle britânico, misturando doses de aristocracia com rebeldia em suas peças

Uma dessas marcas é a Burberry, que existe desde 1856 e que de lá pra cá conquistou um público fiel. Com seu famoso logo xadrez, hoje conhecido mundialmente, a Burberry é uma das marcas britânicas mais bem sucedidas e que melhor representa a mulher do Reino Unido. Foi um trench-coat da marca, inclusive, que foi usada pela (agora, atual princesa) Kate Middleton e que, logo depois, esgotou nas lojas da grife.

Além disso, a realeza britânica também aparece nos cinemas.

Em 2008 foi o lançamento do filme A Duquesa, que conta a história da Duquesa de Devonshire e de toda a realeza do Reino Unido. Ganhador do Oscar de melhor figurino, A Duquesa entra pra lista – que parece crescer cada vez mais – de influências que o Reino Unido tem na moda e no cinema.

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Cinco figurinos incríveis de filmes

22 abr

A gente sabe que a relação entre cinema e moda é grande, e não há nada que represente melhor essa união do que figurinos de filmes. Peça chave de enredos, os figurinos de alguns filmes marcam época e eternizam uma história ou um personagem no cinema.

Cena do filme "E o vento levou"

Foi assim com o clássico “E o vento levou”, de 1939.

O famoso vestido de veludo verde de cortinas

O filme, que retrata a relação de amor entre Scarlett O’Hara, interpretada por Vivien Leigh, e Reth, interpretado por Clark Gable, é um drama adaptado do livro de nome homônimo. Dirigido por David O Selzinick, o longa se passa durante a Guerra Civil Americana e é considerado por alguns críticos como o maior filme de todos os tempos das telonas.

Produzido por Walter Plunkett, os vestidos de Sacarlett O’Hara se imortalizaram e deram ao filme o Oscar de melhor figurino. “E o vento levou”, aliás, é o segundo filme na história do cinema a ter o maior número de indicações ao Oscar.

Entre as roupas de Scarlett usadas no filme, o vestido de veludo verde de cortinas se tornou um ícone e até hoje faz parte de exposições mundo afora.

Outro figurino sempre levado pelos cinéfilos é o de Gilda, filme de 1946.

Em preto e branco, a história de Gilda foi uma das mais provocantes da década de 40 e seu clássico par de vestido e luva virou suar marca registrada.
Interpretada por Rita Hayworth, a cena em que sua atriz tira suas luvas e canta a música “Put the blame on mame”, numa leve menção ao strip tease. é uma das mais clássicas do cinema noir.

Na lista de grandes figurinos, há ainda o incrível “Cabaret”.
Drama musical de 1972, “Cabaret”, que rendeu o Oscar de melhor atriz para Liza Minelli, traz a história da cantora e dançarina Sally Bowles. Ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, o filme foi o primeiro de uma avalanche de longas metragens com o tema dos cabarés. As cores fortes, a sensualidade e as roupas provocantes ganharam ainda mais emoção com a maquiagem e os penteados de Sally, criados pela própria Liza Minelli.
Ganhador de oito Oscars, o filme é um clássico pra ser visto e revisto.

“Cinderela em Paris”, de 1957, é um musical estrelado por Audrey Hepburn e Fred Astaire.


Com roupas feitas por Givenchy especialmente para o filme, peças como o vestido vermelho se tornaram ícones dos figurinos dos cinema. Com o universo da moda como tema de fundo, a figurinista Edith Head conseguiu fazer de “Cinderela em Paris” um filme adorado por dez entre dez mulheres.

Finalmente, em 2006, “Maria Antonieta” trouxe os figurinos dos filmes de novo como destaque no cinema. Ambientado no século XVIII, o filme conta a história da última rainha da França, interpretado por Kirsten Dunst.
Num trabalho singelo e delicado, a diretora Sofia Coppola e figurinista Milena Caronero usaram e abusaram de cores e detalhes. Numa célebre cena do filme, vestidos elegantes se misturavam a um All Star no armário, numa brincadeira provocadora sobre o estilo da rainha da França.

Cena do filme "Maria Antonieta"

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