A moda no século 21 para Dudu Bertholini

30 30UTC Outubro 30UTC 2009 por estiloemclaquete

A equipe do Estilo em Claquete foi ao SENAC Bauru conferir a palestra do stylist Dudu Bertholini, um dos fundadores da grife Neon.

Numa palestra clara e descontraída, Dudu falou sobre a moda do século 21, contextualizando a moda com as mudanças experimentadas pela sociedade moderna. 

No século 21 as tecnologias nos permitem escolher a informação que vamos consumir, não importa de que lugar do mundo seja essa informação. Na internet, conhecemos pessoas do mundo inteiro, que nem imaginávamos que pudessem existir, com os mesmos gostos e interesses que os nossos. O mundo é uma grande vila globalizada, onde todos se comunicam e trocam informação.

E a moda, sempre ligada com o contexto da sociedade, mudou drasticamente com isso tudo. “A moda virou uma grande bagunça, uma grande colagem onde tudo converge ao mesmo tempo. A moda hoje é misturada, democrática e sem protocolo”, disse Dudu.

Olhando para as décadas passadas, vemos que cada uma trazia em sua moda características marcantes e homogêneas, que refletiam o que a sociedade estava passando naquela época. Na década de 40, o mundo em guerra levou para a moda a austeridade masculina, que deveria se refletir nas mulheres que pela primeira vez precisavam sair às ruas para trabalhar. Nos anos 50, o fim da guerra trouxe o sonho americano, e a masculinidade das roupas é trocada pelo seu oposto: a feminilidade e o romantismo, com uma nova esperança para a sociedade que começava a se reconstruir. Nos anos 60, a humanidade começa a voltar seus olhos para o futuro e deseja conquistar o espaço, e a moda vem com formas geométricas e espaciais.

Hoje a informação é fragmentada e a sociedade pode se dividir em comunidades. E como a moda vai lidar com um mundo dividido por nichos? Assim, palavra que pode definir a moda do século 21 é identidade. As marcas precisam encontrar consumidores que se identifiquem com seus produtos e imagem. A mudança fundamental é que as pessoas não correm mais atrás da moda, mas a moda é que vai até as pessoas, procurando se adequar às personalidades e estilos.

A grande conquista da moda desse século é que não existe mais certo e errado: a moda deve estar em harmonia a personalidade do indivíduo e com seu estilo de vida. E isso nos dá o direito de utilizar, sem nenhuma culpa, o velho clichê “sua moda é você quem faz”, que passa a ter todo o sentido nesse século 21.   

Por Luana Ibelli

Novo programa!

27 27UTC Agosto 27UTC 2009 por estiloemclaquete

A primeira edição do Estilo em Claquete já está no ar no http://www.mundodigital.unesp.br/webradio/programa.php?cdprograma=11 ou disponível para download em http://www.4shared.com/file/128154421/7cb2cc03/Estilo_em_Claquete_26-08-09.html

Ouçam e opinem! A opinião de todos é muito importante para o nosso programa!

Festival de Cinema de Paulínia

19 19UTC Julho 19UTC 2009 por estiloemclaquete

Realizou-se, do dia 09 até o dia 16 de julho, a segunda edição do Festival Paulínia de Cinema. Foram cinco dias dedicados à apreciação e discussão de trabalhos do audiovisual brasileiro, lembrando-nos como nosso cenário é de tamanha riqueza. A mostra de filmes diária compreendia em dois curtas-metragens (sendo que um deles era produzido na região metropolitana de Campinas, cidade vizinha de onde ocorre o festival), um documentário e um longa-metragem, sendo que todos esses participaram em uma votação que culminou em premiação. Direcionado pela apresentadora Marina Person, o festival contou com debates sobre os entraves, dificuldades e novidades do cinema, além dos debates com as equipes de realização dos filmes, que estavam presentes antes da exibição de cada um deles. Todo o festival contou com uma estrutura notável, de caráter certamente magistral, enchendo os olhos de quem foi assistir as exibições no “Theatro Municipal”, que possui ótima acústica e capacidade para mais de mil espectadores. Diga-se de passagem, mas o tapete vermelho da entrada dava vontade de tornar-se celebridade.

O município de Paulínia desponta como um pólo brasileiro cinematográfico, sendo o festival apenas um dos focos de seu investimento. Já está em funcionamento a “Escola Magia do Cinema”, que oferece para habitantes da região alguns cursos relacionados como o audiovisual. Durante esse festival anunciou-se inclusive que a escola terá uma atenção especial para Animação -foi exibida uma seqüência computadorizada produzida pelos novos estúdios. Mas o grande destaque é a cidade cinematográfica construída para a filmagem de filmes do país, recebendo investimento de cerca de 100 milhões. Já foram filmados lá alguns filmes, como O Menino da Porteira, algumas seqüências de Jean Charles e o longa-metragem concorrente no festival Quanto dura o amor?.

Segue a lista dos principais premiados do festival, segundo o juri crítico:

Curta-metragem regional –

Spetaculum, de Juliano Lucas: Lupa é um homem de facetas diferentes, possuindo um lado ridículo, torto e puro, como todos os seres humanos. Encontra no seu trabalho de palhaço os dilemas da pessoa que solitária que é.

Documentário –

Só dez por cento é mentira, de Pedro Cezar : Biografia fictícia embalada pelos versos do poeta do Mato Grosso do Sul Manoel de Barros.

Curta Nacional –


Timing, de Amir Admoni: Caco Ciocler vive um homem escravo dos negócios, um escravo do tempo. Em um curta de teor surrealista envolvido por técnicas de animação em 3D, entramos dentro de uma realidade paralela.

Longa Metragem-

Olhos Azuis, de José Joffily: Antes da aposentadoria forçada, Marshall, chefe do departamento de imigração do Aeroporto JFK, detém um grupo de latino-americanos, expondo-os a situações humilhantes e constrangedoras e provocando a morte do brasileiro Nonato. Ao sair da prisão, debilitado por uma grave doença, ele vem ao Brasil procurar a filha do brasileiro morto e purgar sua culpa.

Destaque também para reconhecida atuação de Débora Falabella em DoceAmargo, curta-metragem de beleza envolvente de Rafael Primot.

Por Amanda Guimarães

Maior ídolo Pop de todos os tempos foi também ícone de moda

30 30UTC Junho 30UTC 2009 por estiloemclaquete
Michael Jackson era o único homem que podia usar meia branca com mocassim preto

Michael Jackson era o único homem que podia usar meia branca com mocassim preto

A morte de Michael Jackson pegou a todos de surpresa. Ninguém imaginava que a próxima polêmica que o ídolo pop causaria seria algo tão triste. Mais que criador de debates e atitudes inexplicáveis, Michael foi um mito vivo, o maior ícone pop de todos os tempos. Desde sua infância, não só a sua música contagiava multidões, mas também sua dança sublime. A vida pessoal tumultuada causava, a cada dia, uma nova discussão, ainda mais acompanhada pela mudança brusca de aparência ao longo da carreira. Mas isso não impedia que ao mesmo tempo em que era presença marcante no mundo da música, o cantor também se fizesse constantemente presente no mundo da moda. Com a separação dos irmãos no grupo Jackson Five, Michael começou a apresentar um estilo próprio e a partir do lançamento de seu trabalho solo “Of the Wall”, em 1979, ele nunca mais deixou de lançar tendências.

Tradicionais jaquetas oitentistas de Michael. Aqui, numa versão de paêtes pretos e dourados

Tradicionais jaquetas oitentistas de Michael. Aqui, numa versão de paêtes pretos e dourados

A partir de então apresentou ao público suas peculiaridades, como o terninho branco, seus sapatos bicolores com meias brancas, o chapéu de feltro e os óculos modelo aviador espelhado. Além desses itens, quem não se lembra das luvas cheias de brilho usadas em apenas uma das mãos e as jaquetas, que foram símbolos da década de 80. Essas jaquetas se tornaram marcas do ídolo. Brancas, vermelhas ou militares sempre foram como a referência fashion do cantor. Nos últimos anos, Michael Jackson não se importava em esconder as marcas das suas roupas e o astro se encontrava usando muitos paletós de marcas famosas como Balmain e Givenchy. Em suas apresentações que estavam marcadas para esse ano o figurino contava com 300 mil cristais Swarovski de 53 formatos, com 40 tamanhos e 27 cores diferentes. A carreira de Michael Jackson mudou mais que os rumos música mundial, também mudou a moda e vigorou a energia de gerações que acompanharam o sucesso desse mito que custará em deixar nossas memórias.

Ídolo Pop em uma de suas apresentações, um espetáculo de música e movimento.

Ídolo Pop em uma de suas apresentações, um espetáculo de música e movimento.

Por Laura Luz

Programas!

3 03UTC Junho 03UTC 2009 por estiloemclaquete

Olá, disponibilizamos os links das duas últimas edições do Estilo em Claquete.
Peço desculpas pela demora em colocar o link, e espero que vocês aproveitem e gostem muito dos programas!
http://www.4shared.com/file/109712492/e4af52ba/Estlo_em_claquete_20-05-09.html
http://www.4shared.com/file/109713945/7f014d62/Estilo_em_Claquete_03-06-09.html
Até o próximo Estilo em Claquete!

A vinda de Givenchy ao Brasil trará o luxo de Audrey Hepburn às tendências nacionais

3 03UTC Junho 03UTC 2009 por estiloemclaquete

audrey_blog

 

Sapatilha, olhos bem delineados, calça justinha, pretinho básico, esses são alguns elementos que o ícone fashion Audrey Hepburn introduziu ao nosso dia- a- dia.
Audrey Hepburn mais que talentosa atriz e dedicada bailarina foi modelo de estilo e exemplo de mulher ativa na sua década e até hoje é inspiração para muitas mulheres.
Muitos dos looks que a atriz exibiu em seus filmes são de responsabilidade do amigo estilista francês Hubert de Givenchy que estará no Brasil na 15ª edição do Fashion Rio.
Audrey era, para ele, a musa absoluta e um exemplo de beleza a ser copiada.
O estilista está fazendo uma exposição de vestidos de sua autoria usados pela atriz em diversos filmes, como: Sabrina, Cinderela em Paris, Um Amor na Tarde, Bonequinha de luxo, Charada, Quando Paris alucina e Como roubar um milhão de dólares.

Annex%20-%20Hepburn,%20Audrey%20(Breakfast%20at%20Tiffany%27s)_14O vestido preto usado pela atriz em Bonequinha de Luxo já é sinônimo de bom gosto e será leiloado em dezembro deste ano. Estima-se um lance de 100 mil dólares para ele.
Audrey é um ícone fashion- chique assim como Grace Kelly e Jackie Onassis são, mesmo que sua beleza não estivesse adequada aos padrões de sua época, era “alta, ossuda, de pés excessivamente grandes”.
O seus famosos vestidinhos são os Cocktail Dresses , curtos, feitos com tecido estruturado e nobre e adaptáveis as mais diversas ocasiões.
Muitas grifes já apostaram nesse estilo em várias coleções como a Gap, que inclusive fez uma campanha em que Audrey aparece dançando com suas calças pretas justinhas.
Além de outras marcas como:Donna Karan, Prada Mil Mil, Lanvin, Moschio.
Mas não são só as internacionais que exibem o estilo Audrey de ser, pois grifes brasileiras como Huis Clos, Cris Barros, Fórum, Glória Coelho, Melkz- Da, Walter Rodrigues e Zig Freda apostam em várias releiruras dos cocktail dresses.
Além de várias citações em livros de moda, Audrey tem várias biografias e a última foi feita por feita por Donald Spolo, chamada Feitiço: a vida de Audrey Hepburn, onde o autor dá ênfase ao papel ativo humanista da diva que até a sua morte foi embaixadora da UNICEF.
04-audrey-sabrinaAlém das outras biografias já feitas sobre a atriz como How to be lovely de Melissa Hellstem, Audrey Style de Pamela Clarke Keogh e Things a Woman shoud know about style de Karen Honor.
Com suas pérolas, camisas brancas e lenços Hermés,Audrey ensinou e continua ensinando as mulheres que a simplicidade é a essência de uma moda atemporal.

Por Laura Luz

Line up casa dos criadores

13 13UTC Maio 13UTC 2009 por estiloemclaquete

A casa dos criadores se realizará do dia 27 à 29 de maio, no Shopping Frei Caneca, em São Paulo.

Dia 27 de maio, quarta-feira
Interferência: Urussai
LAB: Karin Feller
R. Rosner
João Pimenta
Ianire Soraluze
Milena Hamaní
Der Metropol
Gustavo Silvestre

Dia 28 de maio, quinta-feira
LAB [Mahogani, Danilo Costa, Twooin (Juliana Altafim e Najla Dib), Arnaldo Ventura, Jadson Raniere]
Tudicofusi
Purpure
Geraldo Couto
ADD
Prints I Like
Rober Dognani

Dia 29 de maio, sexta-feira
Gêmeas
Marcelu Ferraz
No Hay Banda
Tony Jr.
Diva
André Phergom
Walério Araújo

Cannes

12 12UTC Maio 12UTC 2009 por estiloemclaquete

O 62o. festival de Cannes começa amanhã e como prometido o Estilo em Claquete divulga a programação.
Grandes diretores, como Almodóvar e tarantino, disputam a Palma de Ouro este ano.Além deles, uma constelação de astros como Brad Pitt, Penélope Cruz e Monica Belucci também marcam presença no evento.

Em competição

Los Abraços Rotos, Pedro Almodóvar.
Fish Tank, Andrea Arnold
Un Prophète, Jacques Audiard
Vincere, Marco Bellocchio
Bright Star, Jane Campion
Map of the Sounds of Tokyo, Isabel Coixet
A l’Origine, Xavier Giannoli
Das Weisse Band, Michael Haneke
Taking Woodstock, Ang Lee
Looking for Eric, Ken Loach
Chun feng chen zui de ye wan, Lou Ye
Kinatay, Brillante Mendoza
Enter the void, Gaspar Noe
Bak-Jwi, Park Chan-wook
Les Herbes Folles, Alain Resnais
The Time That Remains, Elia Suleiman
Inglourious Basterds, Quentin Tarantino
Vengeance, Johnnie To
Visage, Tsai Ming-liang
Antichrist, Lars Von Trier

Fora de competiação
Agora, Alejandro Amenabar
The Imaginarium of Dr. Parnassus, Terry Gilliam
L’armée du crime, Robert Guédiguian

Sessões da Meia-Noite
A Town Called Panic, Stéphane Aubier e Vincent Patar.
Drag Me To Hell, Sam Raimi.
Ne Te Retourne Pas, Marina de Van.

Sessões especiais
My Neighbor, My Killer, Anne Aghion
Manila, Adolfo Alix Jr. e Raia Martin
Min ye, Soulymane Cisse
L’Epine Dans le Coeur, Michel Gondry
Petition, Zhao Liang
Kalat hayam, Keren Yeday

Bauruense premiado pelo “Oscar do Cinema Brasileiro”

23 23UTC Abril 23UTC 2009 por estiloemclaquete

 

Na noite do último dia 14, ocorreu no Rio de Janeiro o Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro, mais conhecido como o “Oscar do Cinema Brasileiro”. Entre os que levaram um troféu Grande Otelo (nome do prêmio) para casa, está o bauruense André Simonetti, vencedor da categoria melhor figurino pelo filme “Chega de Saudade”.

Publicitário por formação e grande cinéfilo, André foi se identificando aos poucos com a área de figurino. Alguns filmes nos quais ele realizou esse trabalho foram “Ação Entre Amigos”, “Domésticas”, “Querô”, “Cafundó”, “Carandirú” e “Cidade Baixa”, o primeiro em que André assinou sozinho como figurinista e que também já concorreu a um Grande Otelo antes. Seu último trabalho é em “Reflexões de um Liquidificador”, de André Klotzel, ainda não lançado.

Para produzir o figurino de “Chega de Saudade”, André Simonetti visitou diversos salões de baile paulistanos, inclusive o Clube da Vovó, em Bauru. Como o filme se passa em um baile desse tipo, contando várias histórias de seus freqüentadores, André procurou captar como são essas pessoas no mundo real e como se vestem. Segundo o figurinista, “são mulheres e homens muito vaidosos”.

Ainda na disputa pelo melhor figurino estavam Cao Albuquere (“Romance”), Marisol Grossi (“Estômago”), Reka Koves (“Meu Nome Não é Johnny”), Renée April (“Ensaio Sobre a Cegueira”) e Bia Salgado (“Última Parada 174”).

 

Por dentro do festival

 

O “Oscar do Cinema Brasileiro” foi apresentado por Daniel Filho e Marília Pêra. Alguns dos troféus foram entregues, ainda, por Rodrigo Santoro, Tony Ramos, Cauã Reymond e Cacá Diegues.

Os campeões em indicações das 27 categorias do festival foram “Estômago” (que ganhou como melhor filme e melhor direção) e “Meu Nome Não é Johnny”.

Nelson Pereira dos Santos foi o grande homenageado da noite e recebeu seu troféu do ator Carlos Vereda. Ankito e Dercy Gonçalves receberam homenagens póstumas.

Veja aqui o trailer de “Chega de Saudade”:

 

Os vencedores do “Prêmio VIVO de Cinema”:

Melhor Longa-metragem de Ficção Nacional:
Estômago, de Marcos Jorge
Melhor Longa-metragem Nacional pela votação do público:
Estômago, de Marcos Jorge
Melhor Longa-Metragem de Ficção Estrangeiro:
Vicky Cristina Barcelona, de Woody Allen
Melhor Longa-Metragem Estrangeiro pela votação do público:
Vicky Cristina Barcelona, de Woody Allen
Melhor Documentário
O Mistério do Samba
Melhor Filme Infantil
Pequenas Histórias
Melhor Filme de Animação – Menção Honrosa
Garoto Cósmico
Melhor Diretor
Marcos Jorge (
Estômago)
Melhor Ator
Selton Mello (
Meu Nome Não é Johnny)
Melhor Atriz
Leandra Leal (
Nome Próprio)

Melhor Ator Coadjuvante
Babu Santana (
Estômago)
Melhor Atriz Coadjuvante
Júlia Lemmertz (
Meu Nome Não é Johnny)
Melhor Roteiro Original
Cláudia da Natividade, Fabrízio Donvito, Lusa Silvestre e Marcos Jorge (
Estômago)
Melhor Roteiro Adaptado
Mariza Leão e Mauro Lima (
Meu Nome Não é Johnny)
Melhor Figurino
Chega de Saudade
Melhor Maquiagem
Ensaio Sobre a Cegueira
Melhor Trilha Sonora
Os Desafinados
Melhor Trilha Sonora Original
Meu Nome Não é Johnny
Melhor Direção de Arte
Ensaio Sobre a Cegueira
Melhor Edição – Ficção
Meu Nome Não é Johnny
Melhor Edição – Documentário
O Mistério do Samba
Melhor Fotografia
Ensaio Sobre a Cegueira
Melhor Som
Meu Nome Não é Johnny
Melhores Efeitos Especiais
Ensaio Sobre a Cegueira
Melhor Curta-Metragem – Animação
Dossiê Rê Bordosa
Melhor Curta-Metragem – Documentário
Dreznica
Melhor Curta-Metragem – Ficção
Café com Leite

Por Laísa Amaral Queiroz

2o. programa

23 23UTC Abril 23UTC 2009 por estiloemclaquete

O segundo programa do Estilo em Claquete esse semestre já está disponível para download em: http://www.4shared.com/file/101202699/2ebba938/Estilo_em_Claquete_22-04-09.html ou em http://www.mundodigital.unesp.br/webradio/programa.php?cdprograma=11

Escutem, divirtam-se e dêem suas opiniões! O Estilo em Claquete quer saber o que vocês querem ouvir!