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O que usar no verão?

29 nov

O ano está quase acabando, e o verão logo vai estar aí!

Durante o ano, o Estilo em Claquete trouxe várias propostas de tendências para o verão 2011. Mas o que vai agradar ou não o público em geral? O Estilo foi às ruas descobrir.

O colorido vai vir com tudo na nova estação, seja nas peças de roupa ou até mesmo nas unhas. O azul-turquesa apareceu em vários desfiles, e promete ser o hit do verão. Os esmaltes multi-coloridos já caíram no gosto da mulherada e as variedades de cores são infinitas.

A vendedora Franciele Borges percebeu que o verão vai ser bem colorido. “O que eu tenho visto bastante são cores fosforescentes, cores vibrantes. Eu até tenho vontade de comprar um scarpin cor-de-rosa!”, brincou Franciele.

Muitas estampas desfilaram nas semanas de moda no Brasil, então vale a pena apostar nelas. Estampas animais, florais, gráficas, étnicas e sempre brasileiríssimas.Um estilo que está chegando com bastante força são as estampas geométricas.Tanto em detalhes quanto como nas peças inteiras, as formas geométricas são um charme.

Chapéus e cintos são acessórios bem-vindos em qualquer look verão. Eles estão aí desde o inverno e prometem ficar ainda por um bom tempo. Aposte nos cintos fininhos em estilo vintage.

Os decotes também reaparecem na medida em que a temperatura sobe e foram unanimidade no gosto das mulheres. Mas é preciso tomar cuidado para não cair na vulgaridade.

As roupas decotadas podem mostrar a frente ou as costas, mas nunca mais de uma parte do corpo de uma vez.

A estagiária Bruna Bianca acha que o decote valoriza muito a mulher. “O decote, eu acho que deixa o corpo da mulher mais bonito. As formas geométricas também, mostra mais o corpo de um modo não vulgar.”, comentou ela.

Para ir à praia, a aposta são biquínis e maiôs com detalhes em metal, estilo Bond girl. As peças ficam mais sofisticadas e muito mais sensuais.

As transparências também estão em alta, e acompanham as mais variadas peças: blusinhas, saias, tomara-que-caia, entre outros

Não quer errar no verão? Então confie nos vestidos. Eles vão estar em alta na estação do calor, acompanhados de estampas coloridonas e nos mais diversos tamanhos. As saias também são boas escolhas, e estão para todos os gostos: desde as minissaias até as de cintura alta.

Para a artista plástica Marilene Pereira, a moda se repete muito e o importante é usar as peças de acordo com seu tipo físico. “Eu acho que não muda muito; altera alguma coisa, mas na verdade fica no mesmo, sempre assim, roupas coloridas, roupas curtas, blusas cavadas, vestidos cavados, então acho que não muda muito pelo que eu vi. Vai mais pelo bom senso de cada um”, disse Marilene.

Aproveite as nossas dicas e curta o verão com bastante estilo!

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TOP 10 do horror!

13 nov

Ainda no clima do Dia das Bruxas, o Estilo em Claquete elegeu seu TOP 10 dos filmes de terror. Confira!

10- Os Outros

O longa é de Alejandro Amenábar. Nicole Kidman interpreta Grace, mãe de duas crianças que têm uma rara doença que os impede de sair à luz do sol. Grace se muda com os filhos para uma mansão isolada esperando que seu marido retorne da guerra, mas coisas estranhas começam a acontecer e eles descobrem que não estão sozinhos. Apesar de se qualificar mais como um suspense, Os Outros deixa você em constante apreensão. O cenário, sempre escuro, causa a estranha sensação de que alguém está prestes a aparecer.

9- Atividade Paranormal

O terror independente lançado em 2009 foi dirigido por Oren Peli. Katie Featherston e Micah Sloat interpretam um casal de namorados que dividem um apartamento em San Diego, Estados Unidos. Porém, uma presença assustadora persegue Katie e promete acabar com a paz do casal. Para descobrir o que pode estar incomodando a namorada, Micah instala uma câmera portátil no quarto e descobre fenômenos sobrenaturais que acontecem durante a noite.

8- Sexto Sentido

O longa, lançado em 1999, conta a história do psicólogo infantil Malcolm, interpretado por Bruce Willis, responsável pelo caso de Cole, papel de Haley Joel Osment. O menino de oito anos vive paralisado por um medo que intriga sua mãe. Mal sabe ela que seu filho possui um dom diferente e muito assustador: o de ver gente morta. A direção fica por conta de M. Night Shyamalan.

7- Psicose

O filme de 1960, de Alfred Hitchcock, ainda se mantém atual quando o assunto é causar calafrios. Janet Leigh interpreta a secretária Marion, que foge após dar um desfalque na imobiliária. Ao anoitecer, Marion resolve se hospedar no hotel Bates, onde é recebida por Norman, um tímido rapaz dominado por sua mãe. Durante a noite, em uma das cenas mais memoráveis da história, Marion é assassinada a facadas durante o banho.

6- Ring: O Chamado

O filme japonês de 1998 teve uma versão produzida nos Estados Unidos (somente O Chamado) que ficou mais famosa, embora menos assustadora. A repórter Reiko Asakawa, interpretada por Nanako Matsushima, ouve rumores sobre um vídeo que mata quem o vê uma semana após assisti-lo e resolve investigar. No início ela não dá muita importância, mas algumas descobertas fazem com que Reiko mude de opinião. E quando seu filho assiste ao conteúdo do vídeo, a repórter se lança em uma corrida contra o tempo para combater a sinistra maldição.

5- Poltergeist

O filme de Tobe Hooper foi lançado em 1982 e conta a história da família Freeling, que não sabe que a casa onde habitam esconde um terrível segredo. Até que a pequena Carol Anne, interpretada por Heather O’Rourke, começa a se comunicar com algo que ninguém mais pode ver. Quando Carol Anne desaparece, os Freeling procuram uma equipe de parapsicólogos, dispostos a enfrentar os espíritos furiosos que os assombram para recuperar a menina.

4- O amigo Oculto

O longa de John Polnson conta a história do viúvo David, interpretado por Robert De Niro, e sua filha Emily, papel de Dakota Fanning. A menina de nove anos, ainda atordoada pela perda da mãe, cria um amigo imaginário chamado Charlie. No início, as brincadeiras de esconde-esconde com Charlie parecem ser inofensivas, mas aos poucos o amigo oculto se revela alguém malvado e vingativo.

3- O Iluminado

O clássico de 1980, dirigido por Stanley Kubrick, recebe nossa medalha de bronze. O longa mostra uma família isolada em um hotel, em que a contínua solidão começa a causar problemas mentais no pai, Jack Torrance, interpretado por Jack Nicholson, e ele se torna cada vez mais agressivo e perigoso. Danny Lloyd faz o papel do pequeno Danny, filho de Jack, chamado de “iluminado” por ser capaz de prever e rever acontecimentos envolvendo macabros assassinatos no hotel.

2- Contatos de Quarto Grau

Em segundo lugar está o terror estilo ficção científica de 2009, dirigido por Olatunde Onsusanmi. O filme fala sobre a pesquisa da psicóloga Abigail, interpretada por Milla Jovovich, envolvendo estranhos acontecimentos em uma cidade do Alasca. Apresentado em forma de documentário, comenta os quatro tipos de contatos com seres extraterrestres. O de quarto grau, a abdução, é o mais perturbador.

1- O Exorcista

Eis o campeão do horror. Tendo várias versões filmadas, desde 1973 (na versão de William Friedkin) a história da menina Regan, possuída por um demônio, assombra pessoas em todo o mundo. Após chocantes mudanças em seu comportamento, Regan começa a se transformar em um ser terrível. Desesperada, sua mãe não vê alternativa a não ser procurar um exorcista.

O top 10 de filmes de terror promete muitos sustos. Confira algumas das nossas dicas!

Falta criatividade em Hollywood?

17 out

Se você gosta de cinema, com certeza já assistiu Guerra dos Mundos, o clássico King Kong, ou a comédia Doutor Dolittle. Mas você sabia que esses filmes são remakes de outros longas?

Remake é a regravação de algo que já foi feito antes. Normalmente, são feitos remakes de filmes que fizeram muito sucesso no passado e que estão precisando passar por uma reciclagem de efeitos ou no roteiro.

O que difere um filme original de um filme remake é, principalmente, o visual da gravação, já que os aparatos tecnológicos de hoje em dia permitem uma maior qualidade na imagem e nos efeitos especiais dos longas.

Entretanto, existem algumas reservas em relação a essas refilmagens. Críticos afirmam que alguns remakes não são feitos para aprimorar a qualidade ou corrigir um problema do original, mas são produzidos no intuito de recomeçar o ciclo de comercialização financeira do produto.

O designer Fernando Cordeiro, criador do site de cinema Pipoca Atômica, acredita que exista um abuso sobre os remakes e deu como exemplo Karate Kid, lançado esse ano. “O filme abusou um pouco dessa licença do remake de fazer alterações no roteiro, e o que o Jackie Chan ensina como Mestre Miagui para o garoto é Kung Fu, não Karatê. O filme acabou saindo com o nome de Karate Kid pra pegar carona com o sucesso do filme antigo.”, disse Fernando.

Alguns remakes mais recentes, lançados esse ano, são Fúria de Titãs, baseado no original de 1981, A Hora do Pesadelo, que trouxe o Freddy Krueger de 1984 para o século XXI e, claro, Karate Kid, que reconfigurou a versão de 1984.

Ultimamente, a década de 80 tem sido alvo dos produtores de remakes. Os anos 80 tiveram grande apelo cinematográfico, pois durante esse período os filmes produzidos foram marcantes. “Na década de 80, os caras faziam umas coisas meio doidas e algumas acabaram pegando. Hoje em dia tem essa modinha do politicamente correto, então a galera acaba não arriscando muito. E esses filmes acabaram ficando famosos na época justamente por causa da ousadia deles.”, comentou Fernando.

Mas os especialistas em cinema garantem que o que está perfeito não deve ser mudado e que a falta de criatividade faz com que Hollywood lance mão de artifícios como os remakes para ganhar dinheiro fácil. “Tem alguns remakes que são clássicos, é difícil para alguém por a mão. No caso do Piscose, do Hitchcock, é difícil colocar a mão em algo que já faz parte da cultura pop. Imagina fazer um remake de Matrix, Harry Potter, O Senhor dos Anéis, De Volta Ao Futuro!”, argumentou Fernando.

Exemplos de falta de criatividade ou não, os remakes continuam atraindo legiões aos cinemas de todo o mundo, e rendendo milhões para seus realizadores.

O Estilo em Claquete separou algumas refilmagens famosas. Confira!

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Alguns remakes são clássicos, como Piscose, um dos melhores filmes de suspense de Alfred Hitchcock. O original foi filmado em 1960 e o remake, em 1998.

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Provavelmente você conhece o Danny Ocean, de Onze Homens e um Segredo, na pele de George Clooney, mas esse filme lançado em 2005 trata-se de um remake. O original, gravado em 1960, trazia Frank Sinatra no papel principal.

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O diretor Tim Burton pode ser classificado como especialista em remakes. Ele regravou Planeta dos Macacos, em 2001, baseado no longa de 1968, e também  A Fantástica Fábrica de Chocolate, original de 1971 e com refilmagem em 2005.

Modelos plus size na Semana de Moda de Nova Iorque

18 set

Foto: Revista TPM

Entre os dias 9 e 16 de setembro, aconteceu a Semana de Moda de Nova Iorque. Pela primeira vez durante o evento, aconteceram desfiles de modelos gordinhas, as chamadas plus size. Segundo os organizadores, o objetivo era mostrar que as mulheres mais cheinhas também estão na moda e devem ser cortejadas pelos estilistas.

A jornalista Pamela Nunes, do blog “Grandes Mulheres”, aplaudiu a iniciativa, e acha importante que a moda plus size esteja sendo discutida durante uma das principais semanas de moda do mundo. “Eu acredito muito que a moda é democrática, é a indústria da moda perceber que a moda é democrática, porque parece que não existe esse conhecimento.”, comenta ela.

Mas nem todos compartilham dessa idéia. Alguns críticos afirmam que os desfiles de modelos gordinhas podem ser estímulos à obesidade e ainda garantem que modelos muito magras não estimulam bons hábitos, mas as tops cheinhas poderiam criar a sensação de que a obesidade é saudável.

A blogueira Paula Bastos, companheira de Pamela no “Grandes Mulheres”, discorda totalmente desses argumentos e garante que o problema é a visão que a sociedade tem dos mais cheinhos. “O gordo vem com uma conotação toda negativa. Quando você pensa em gordo, você pensa em lento, preguiçoso, desprovido de vontade, feio… Então assim, o que acontece: eles não conseguem entender que uma pessoa que é gorda pode sim ser saudável.”, afirma Paula.

O movimento plus size é recente, mas vem crescendo. Em 2007, a jovem de 20 anos, Whitney Thompson, foi a primeira modelo acima do peso a vencer o America’s Next Top Model.

Mas, como definir as modelos plus size? Segundo Pamela, as modelos cheinhas que desfilam em passarela normalmente têm manequim 42. Essas modelos não poderiam ser chamadas de plus size, pois vestem o número considerado normal para as mulheres padrão.

As modelos plus size possuem manequim igual ou maior que 46, são mais comuns em comerciais e propagandas, e não freqüentam passarelas.

Ainda de acordo com as blogueiras, a moda plus size no Brasil ainda está muito devagar. “No geral, as marcas que eu vi [no Fashion Weekend Plus Size] fazem roupas ainda muito naquela coisa de ‘gordo tem que usar roupas largas, sem estrutura, com estampas antiquadas’, uma moda bem antiquada, não tem criação, é uma reprodução de uma moda que na verdade não é moda, falta muita informação de moda.”, lamenta Pamela.

Algumas empresas da moda estão notando o público plus size devido ao seu grande potencial de compra. Certas marcas já estão ligadas no público plus size, como o estilistas Edson Eddel, que trabalha com grifes e vestidos de noiva, e Ana Lisboa, com produtos moda praia e lingerie.

“Acho importante que a indústria da moda enxergue essas pessoas, que não são magras, que estão acima do peso, também consomem, também precisam de roupas e também são vaidosas.”, afirma Paula.

No exterior, marcas que trabalham com modelos de números maiores são mais comuns e muito mais desenvolvidas no assunto. A americana Torrid e a européia Evans são exemplos de marcas queridas pelas gordinhas.movimento plus size é recente, mas vem crescendo.

E já tem vídeo do desfile da OneStopPlus, na NYFW, disponível na internet:

por Regiane Folter

Tendência: Laços

31 ago

Valentino (Foto: Blog Minas Trend)

O que uma blusinha, uma sandália e uma carteira têm em comum? Todos eles ficam ótimos com uma tendência que virou febre no Brasil: o laço.

Esse adereço confere um toque romântico ao visual e não tem preferências, pois fica bem tanto nos acessórios como nas roupas. A alta dos laços pegou carona com a moda girlie, que valoriza objetos juvenis e delicados.

A blogueira Lilian Vasconcelos, do blog Anita Online (www.anitaonline.com.br) , garante que os laços já são evidência desde o ano passado. “Essa tendência dos laços está vindo de uma busca mesmo da moda em estar trazendo essa feminilidade, esse romantismo. Por isso que os laços, assim como as flores, tão bastante em evidência agora.”, afirma Lilian.

(Foto: patricinhaesperta.com.br)

Encontramos laços em blusas, vestidos, saias, calças e principalmente em calçados. Bolsas e carteiras não ficam de fora, assim como enfeites para cabelo. As bijuterias também apostaram nessa novidade e lançaram vários pingentes, broches, brincos e pulseiras com o formato de laços.

Eles podem ser pequenos ou grandes, discretos ou serem o destaque da produção. No quesito cores, os laços inovam sempre, podendo aparecer estampados, lisos, neutros ou até em um estilo mais retrô.

Maria Bonita Extra (Foto: Diva Diz)

Os laços remetem a um visual menina e surgiram como moda na década de 50, por causa de filmes como Alice no País das Maravilhas e Branca de Neve. Mais recentemente, outro filme que também abusou da feminilidade trazida por esse detalhe foi Maria Antonieta, de 2007. A figurinista Milena Canonero inclusive levou o Oscar por este trabalho.

Mas cuidado para não criar uma aparência infantil. De acordo com Lilian, o ideal é não exagerar nos acessórios. “Como [o laço] é um detalhe pra gente estar incluindo no look, o bacana é você não exagerar, não usar muito. É uma tendência sim, mas não é legal misturar muito.”, aconselha a blogueira.

E lembre-se: se o visual está simples demais, um pequeno detalhe como o laço pode encher o look de charme e elegância.

Regiane Folter.

Cinema dita moda durante a SPFW

14 jun

Quarta-feira, 9/6, iniciou-se o SPFW Primavera/Verão 2011, que traz a alta costura da nova estação.

Mas não é apenas nas passarelas que São Paulo vai acompanhar o desenrolar da moda. Paralelamente à semana fashion mais importante da metrópole acontece o 2º Circuito São Paulo de Moda e Arte.

O Circuito traz uma mostra de cinema, debates e exposições sobre o assunto. O evento foi organizado pelas Galeria Central, Cine Olido e Galeria Pontes e está em sua segunda edição – do dia 8/6 a 16/6.

Dezesseis curadores, entre estilistas, críticos de moda e outros profissionais da área decidiram a série de filmes a serem exibidos. Alguns já eram esperados, como o clássico “My Fair Lady”, de 1964, com a diva Audrey Hepburn. Mas outros surpreendem, como “Clube da Luta”, de 1999.

Os filmes não trazem apenas influências na forma das pessoas se vestirem. Em “Zuzu Angel”, de 2006, a sétima arte tem uma forte conotação política e “Morte em Veneza”, de 1971, traz à tona alguns conceitos psicológicos.

Patricia Pillar e Daniel de Oliveira em Zuzu Angel

Críticas à moda também estão na lista dos filmes. “Roma de Fellini”, de 1972, faz uma sátira do público dos desfiles de moda.

O filme “Speakers – Entrando de Sola na Cultura Urbana”, de 2008, tem como ponto principal o sapato como ícone da moda.

Também está na lista o longa “Gigolô Americano”, da década de 80, primeiro trabalho do estilista Giorgio Armani no cinema.

Alguns filmes mostram a trajetória de tendências, como “O Belo Brummel”, de 1954, que aborda a evolução da moda masculina.

Outros expõem no cinema o trabalho de estilistas importantes, como “Yves Saint-Laurent – O Tempo Redescoberto”, de 2002.

O ingresso terá valor simbólico de um real. Antes de cada seção, o jornalista Luciano Braga fará um comentário sobre o filme e sua relevância para a moda.

Pra quem está em São Paulo, as sessões acontecem no Cine Olido, que fica ma Avenida São João, número 473, Centro.

Regiane Folter.

O chapéu saiu do cinema e invadiu as passarelas – e ruas!

1 jun

A top Alessandra Ambrósio no desfile da Colcci no SPFW Inverno 2010

A moda é uma grande recicladora de tendências. Isso ficou evidente com o ressurgimento dos chapéus nas passarelas de todo o mundo, a grande aposta para o inverno 2010.

Há muito tempo que o chapéu deixou de ser uma mera proteção para os cabelos e, aos poucos, foi sendo encarado como um componente fundamental em diversos looks.

Alguns personagens do cinema ajudaram a desmistificar o uso. Quem não se lembra de Indiana Jones e seu inseparável chapéu? Ou dos chapéus-coco de Charles Chaplin e de Sherlock Holmes?

No remake de “Alice no País das Maravilhas”, o Chapeleiro Maluco interpretado por Jhonny Depp revitalizou a cartola. O ator também estrelou “Inimigos Públicos”, no qual usava um modelo fedora, aquele chapéu de feltro, estereótipo de gangster e detetives nos filmes hollywoodianos.

O ator Clark Gable interpretou Rett Butler em “… E O Vento Levou”, puro charme em seu chapéu panamá, que é feito de palha. A atriz Ingrid Bergman foi eternizada no filme “Casablanca” usando um vestido branco e um chapéu na cena do aeroporto.

Mas não é nosso no mundo da ficção que as estrelas usam chapéus. Na vida real, Blake Lively gosta de encarnar sua personagem fashion Serena, de Gossip Girl, no uso de chapéus lindíssimos. As atrizes Jessica Alba, Lindsay Lohan e Ashley Olsen também são grandes fãs de chapéus e boinas.

O chapéu faz a cabeça das famosas (Foto: Lojas Riachuelo)

Mas será que no Brasil essa moda pega, já que o chapéu é um tipo de acessório pouco usado em nosso país e tende a chamar atenção?

O Estilo em Claquete foi às ruas saber a opinião das pessoas e encontrou a estudante Beatriz, que acredita nessa nova tendência. “Eu acho que essa tendência de chapéu é muito legal, porque a pessoa que usa chapéu tem seu estilo, usa aqueles coloridos, de várias formas e modelos, então dá um tchan na roupa!”, disse Beatriz.

A primeira dica é usar o chapéu se você gostar do look e não apenas porque está na moda. Escolha um modelo proporcional ao seu rosto e a sua estatura.

Quem tem o rosto grande e redondo deve evitar chapéus pequenos, gorros e boinas apertados. Quem tem o rosto magro, não deve usar chapéus grandes, já que faces miúdas somem se o acessório é muito vistoso.

Para dar destaque, o chapéu deve ser usado com roupas pouco chamativas e sem brincos, afinal, o acessório já vai chamar bastante atenção.

Regiane Folter.