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9 dez

Emma Watson tem tudo a ver com cinema e moda. Pra começar, a atriz nasceu em Paris, a capital mundial da moda. Mas foi em Londres, na Inglaterra, que Emma conquistou lugar em um dos mais famosos filmes de todos os tempos: Harry Potter.

Durante anos, ela foi garota-propaganda da grife Burberry e lançou sua própria linha de roupas para a marca People Tree. Recentemente, ela surpreendeu a todos ao adotar o cabelo “joãozinho”. Apesar do susto inicial, parece que todos acabaram – e sempre acabam – se rendendo ao estilo de Ms. Watson!

Emma Charlotte Duerre Watson naceu em Paris, no dia 15 de abril de 1990.

Amy Winehouse lança linha de roupas e confirma shows no Brasil

28 nov

Causando, arrasando, criando, recriando. Amy Winehouse ameaça, mas nunca sai de foco no mundo das celebridades.

E o Brasil só tem a ganhar com isso. A produtora Mondo confirmou a tão aguardada notícia de shows no país, deixando os fãs brasileiros agitadíssimos.

Os quatro shows da cantora acontecerão só no ano que vem, mas os ingressos já começaram a ser vendidos. As apresentações vão acontecer em festivais espalhados pelo país voltados para as músicas soul e R&B.

O primeiro show é em Florianópolis no dia 8 de janeiro, depois a turnê segue para o Rio de Janeiro no dia 11, no dia 13 para Recife e por fim em São Paulo, no dia 15.

Outra novidade da inglesa é a sua linha de roupas para a marca Fred Perry, lançada no final de outubro, em que vende uma coleção exclusiva criada pela própria Amy.

O seu estilo foi a inspiração para a criação das peças. Tanto que até o número das roupas, uma de suas exigências, causou polêmica, já que seu número é 34, um tamanho que não entra nos padrões comerciais e muito menos estéticos, criticado pelos defensores da saúde e dos exemplos mal dados da cantora.

Como era de se esperar as roupas tem aquele ar retro sessentinha que destaca Amy da multidão, cheio de modelos sexys e vintage ao mesmo tempo.

Cintos, bolsas, saias lápis, camisas pólo, vestidos curtos e suéteres são as principais peças da coleção, que pode ser entregue no Brasil e vai em média de 60 a 80 libras.

Depois de um período de grandes sufocos e escândalos que iam de barracos e bebedeiras a drogas pesadas, Amy surpreende mais uma vez. Revivendo das trevas e esbanjando talento.

Veja mais fotos aqui:

http://www.lazerbeleza.com/2010/10/26/fotos-da-colecao-de-roupas-da-amy-winehouse/

Lele Saddi fala da relação “moda e comunicação”

16 nov

Imagem: IG

Na terça-feira, dia 22 de outubro, cerca de 80 alunos se espremeram na sala 72 da UNESP. O motivo? Alessandra Saddi desembarcou em Bauru, trazendo na bagagem uma experiência profissional de sucesso – aos 22 anos!

Lelê Saddi, como é conhecida, tem um blog de moda super acessado, é gerente de marketing da loja Daslu e Relações Públicas da grife de lingerie Hope. O tema da palestra foi Comunicação, Moda e Marketing e era direcionada ao curso de Relações Públicas da UNESP, mas reuniu estudantes de diversas faculdades (e ainda pôde ser acompanhada ao vivo por twitcam!).

Durante toda a conversa, a blogueira afirmou que a relação “moda e comunicação” deve crescer a passos largos daqui pra frente, já que as grifes estão cada vez mais preocupadas em divulgar seu produto e cuidar de sua imagem.

Pra quem quer começar a trabalhar nessa área, Lelê disse que não tem lugar para pessoas “mais ou menos” e é preciso inovar, fazer diferente. Ela também afirmou que não basta ser competente, é preciso parecer competente.

Depois da palestra, Lelê Saddi conversou com o Estilo em Claquete e comentou o fenômeno dos blogs de moda. “Os blogs estão ganhando muita força, eles têm um poder de influência muito forte, porque são opiniões sinceras. Na prática, ‘aquilo’ é bom ou ruim, ‘aquilo’ eu usei e gostei. Eu vejo muitas marcas procurando os blogs pra ajudar nessa parte de boca a boca, porque o blog acaba sendo um boca-a-boca – verdadeiro.”

Lelê tem um blog que recebe cerca de 20 mil visitas por dia. Acostumada a “passear” pelas páginas virtuais, ela disse que nem todo material disponível na internet tem qualidade. Diferente do que acontece no exterior, a moda, aqui no Brasil, é vista com certo preconceito e é encarada como algo fútil. Lelê Saddi acredita que os profissionais da comunicação têm papel fundamental para mudar essa idéia.“A marca de moda não existe sem uma área de comunicação. A comunicação ajuda a explicar que moda é um negócio sério. Eu conheço muitas pessoas de marcas importantes e eu vejo o quão difícil é o trabalho delas. É um trabalho muito forte, muito pesado.”

E para quem pretende investir na carreira de comunicação na moda, Lelê deixou seu recado final.“(O futuro profissional) tem que se comunicar bem e tem que gostar muito de moda. Todo mundo acha que trabalhar com moda é mil maravilhas. Moda é muito difícil. Não podem achar que a moda é uma fantasia, que são as modelos desfilando na passarela, porque não é isso!”

Modelos plus size na Semana de Moda de Nova Iorque

18 set

Foto: Revista TPM

Entre os dias 9 e 16 de setembro, aconteceu a Semana de Moda de Nova Iorque. Pela primeira vez durante o evento, aconteceram desfiles de modelos gordinhas, as chamadas plus size. Segundo os organizadores, o objetivo era mostrar que as mulheres mais cheinhas também estão na moda e devem ser cortejadas pelos estilistas.

A jornalista Pamela Nunes, do blog “Grandes Mulheres”, aplaudiu a iniciativa, e acha importante que a moda plus size esteja sendo discutida durante uma das principais semanas de moda do mundo. “Eu acredito muito que a moda é democrática, é a indústria da moda perceber que a moda é democrática, porque parece que não existe esse conhecimento.”, comenta ela.

Mas nem todos compartilham dessa idéia. Alguns críticos afirmam que os desfiles de modelos gordinhas podem ser estímulos à obesidade e ainda garantem que modelos muito magras não estimulam bons hábitos, mas as tops cheinhas poderiam criar a sensação de que a obesidade é saudável.

A blogueira Paula Bastos, companheira de Pamela no “Grandes Mulheres”, discorda totalmente desses argumentos e garante que o problema é a visão que a sociedade tem dos mais cheinhos. “O gordo vem com uma conotação toda negativa. Quando você pensa em gordo, você pensa em lento, preguiçoso, desprovido de vontade, feio… Então assim, o que acontece: eles não conseguem entender que uma pessoa que é gorda pode sim ser saudável.”, afirma Paula.

O movimento plus size é recente, mas vem crescendo. Em 2007, a jovem de 20 anos, Whitney Thompson, foi a primeira modelo acima do peso a vencer o America’s Next Top Model.

Mas, como definir as modelos plus size? Segundo Pamela, as modelos cheinhas que desfilam em passarela normalmente têm manequim 42. Essas modelos não poderiam ser chamadas de plus size, pois vestem o número considerado normal para as mulheres padrão.

As modelos plus size possuem manequim igual ou maior que 46, são mais comuns em comerciais e propagandas, e não freqüentam passarelas.

Ainda de acordo com as blogueiras, a moda plus size no Brasil ainda está muito devagar. “No geral, as marcas que eu vi [no Fashion Weekend Plus Size] fazem roupas ainda muito naquela coisa de ‘gordo tem que usar roupas largas, sem estrutura, com estampas antiquadas’, uma moda bem antiquada, não tem criação, é uma reprodução de uma moda que na verdade não é moda, falta muita informação de moda.”, lamenta Pamela.

Algumas empresas da moda estão notando o público plus size devido ao seu grande potencial de compra. Certas marcas já estão ligadas no público plus size, como o estilistas Edson Eddel, que trabalha com grifes e vestidos de noiva, e Ana Lisboa, com produtos moda praia e lingerie.

“Acho importante que a indústria da moda enxergue essas pessoas, que não são magras, que estão acima do peso, também consomem, também precisam de roupas e também são vaidosas.”, afirma Paula.

No exterior, marcas que trabalham com modelos de números maiores são mais comuns e muito mais desenvolvidas no assunto. A americana Torrid e a européia Evans são exemplos de marcas queridas pelas gordinhas.movimento plus size é recente, mas vem crescendo.

E já tem vídeo do desfile da OneStopPlus, na NYFW, disponível na internet:

por Regiane Folter

Campanhas publicitárias: o cinema da moda.

16 set

O ator Gaspard Ulliel para a campanha da Chanel, por Scorcese.

Pra quem acha que moda e cinema só se misturam quando se trata de figurino, as campanhas de marcas famosas vieram para provar o contrário. No mundo das campanhas publicitárias, o céu é o limite e as grifes estão investindo pesado nos curtas-metragens.

Essa parceria entre grandes astros do cinema ou, até mesmo do esporte, já vem acontecendo há um bom tempo. A novidade está em nomes de peso também atrás das câmeras. Além disso, atualmente, as campanhas contam com diretores e atores renomados e não medem esforços para que a publicidade pareça realmente um filme. Os mais recentes exemplos disso são as campanhas da Dior e da Chanel.

A campanha da Dior é estrelada por ninguém menos que Jude Law e dirigida pelo diretor Guy Ritchie, o ex de Madonna, em um cenário obscuro, sediado na mais que elegante Torre Eiffel. O vídeo da nova fragrância masculina, chamado Un Rendez Vous, foi lançado em agosto, tem mais de cinco minutos e um diálogo de tirar o fôlego entre Jude, com sotaque britânico, e a modelo eslovaca Michaela Kocianová. Confira!

Em 2009, a Dior já contou com a direção de Sofia Coppola, no seu perfume feminino Miss Dior Cherie. Olha que fofo:

Já a campanha da Chanel também é de uma nova linha de perfumes masculinos, a Bleu de Chanel, e por isso, tem a atuação do belíssimo ator francês Gaspard Ulliel  e direção do premiado Martin Scorcese, de Ilha do Medo. A nova fragrância promete ser um clássico instantâneo, pois tem um ar chique, com notas de hortelã, pimenta rosa, noz moscada, gengibre, cedro e jasmim feita pelo perfumista  Jacques Polge. O perfume chega esse mês às lojas de todo o mundo e é uma aposta de sucesso da marca.

Mas além dessas campanhas, outras marcas apostaram nos curtas e nos grandes nomes do cinema na publicidade de seus produtos. O Estilo em Claquete separou algumas pra vocês! Todas as campanhas  valem como uma sessão de cinema com todo o glamour e requinte de uma campanha de moda. Então, boa sessão!

*

A Gucci, que já teve David Lynch como criador de suas campanhas, apostou no talento do desenhista de histórias em quadrinho e diretor de sucessos como Sin City, Frank Miller. A nova linha de perfumes Gucci Guilty é estrelada pelos atores Evan Rachel Wood e Chris Evans, em uma seqüência de muita ação. A campanha foi lançada no dia 12 de setembro, no VMA.

Fugindo um pouco do padrão curta-metragem, a marca italiana Missoni também contou com a criação de um cineasta para seu comercial. O diretor underground norte-americano, Kenneth Anger, mostrou seu talento e referências vanguardistas na campanha outono- inverno 2011 da grife.

por Laura Luz.

Tendência: Laços

31 ago

Valentino (Foto: Blog Minas Trend)

O que uma blusinha, uma sandália e uma carteira têm em comum? Todos eles ficam ótimos com uma tendência que virou febre no Brasil: o laço.

Esse adereço confere um toque romântico ao visual e não tem preferências, pois fica bem tanto nos acessórios como nas roupas. A alta dos laços pegou carona com a moda girlie, que valoriza objetos juvenis e delicados.

A blogueira Lilian Vasconcelos, do blog Anita Online (www.anitaonline.com.br) , garante que os laços já são evidência desde o ano passado. “Essa tendência dos laços está vindo de uma busca mesmo da moda em estar trazendo essa feminilidade, esse romantismo. Por isso que os laços, assim como as flores, tão bastante em evidência agora.”, afirma Lilian.

(Foto: patricinhaesperta.com.br)

Encontramos laços em blusas, vestidos, saias, calças e principalmente em calçados. Bolsas e carteiras não ficam de fora, assim como enfeites para cabelo. As bijuterias também apostaram nessa novidade e lançaram vários pingentes, broches, brincos e pulseiras com o formato de laços.

Eles podem ser pequenos ou grandes, discretos ou serem o destaque da produção. No quesito cores, os laços inovam sempre, podendo aparecer estampados, lisos, neutros ou até em um estilo mais retrô.

Maria Bonita Extra (Foto: Diva Diz)

Os laços remetem a um visual menina e surgiram como moda na década de 50, por causa de filmes como Alice no País das Maravilhas e Branca de Neve. Mais recentemente, outro filme que também abusou da feminilidade trazida por esse detalhe foi Maria Antonieta, de 2007. A figurinista Milena Canonero inclusive levou o Oscar por este trabalho.

Mas cuidado para não criar uma aparência infantil. De acordo com Lilian, o ideal é não exagerar nos acessórios. “Como [o laço] é um detalhe pra gente estar incluindo no look, o bacana é você não exagerar, não usar muito. É uma tendência sim, mas não é legal misturar muito.”, aconselha a blogueira.

E lembre-se: se o visual está simples demais, um pequeno detalhe como o laço pode encher o look de charme e elegância.

Regiane Folter.

Cinema dita moda durante a SPFW

14 jun

Quarta-feira, 9/6, iniciou-se o SPFW Primavera/Verão 2011, que traz a alta costura da nova estação.

Mas não é apenas nas passarelas que São Paulo vai acompanhar o desenrolar da moda. Paralelamente à semana fashion mais importante da metrópole acontece o 2º Circuito São Paulo de Moda e Arte.

O Circuito traz uma mostra de cinema, debates e exposições sobre o assunto. O evento foi organizado pelas Galeria Central, Cine Olido e Galeria Pontes e está em sua segunda edição – do dia 8/6 a 16/6.

Dezesseis curadores, entre estilistas, críticos de moda e outros profissionais da área decidiram a série de filmes a serem exibidos. Alguns já eram esperados, como o clássico “My Fair Lady”, de 1964, com a diva Audrey Hepburn. Mas outros surpreendem, como “Clube da Luta”, de 1999.

Os filmes não trazem apenas influências na forma das pessoas se vestirem. Em “Zuzu Angel”, de 2006, a sétima arte tem uma forte conotação política e “Morte em Veneza”, de 1971, traz à tona alguns conceitos psicológicos.

Patricia Pillar e Daniel de Oliveira em Zuzu Angel

Críticas à moda também estão na lista dos filmes. “Roma de Fellini”, de 1972, faz uma sátira do público dos desfiles de moda.

O filme “Speakers – Entrando de Sola na Cultura Urbana”, de 2008, tem como ponto principal o sapato como ícone da moda.

Também está na lista o longa “Gigolô Americano”, da década de 80, primeiro trabalho do estilista Giorgio Armani no cinema.

Alguns filmes mostram a trajetória de tendências, como “O Belo Brummel”, de 1954, que aborda a evolução da moda masculina.

Outros expõem no cinema o trabalho de estilistas importantes, como “Yves Saint-Laurent – O Tempo Redescoberto”, de 2002.

O ingresso terá valor simbólico de um real. Antes de cada seção, o jornalista Luciano Braga fará um comentário sobre o filme e sua relevância para a moda.

Pra quem está em São Paulo, as sessões acontecem no Cine Olido, que fica ma Avenida São João, número 473, Centro.

Regiane Folter.