Cinco figurinos incríveis de filmes

22 abr

A gente sabe que a relação entre cinema e moda é grande, e não há nada que represente melhor essa união do que figurinos de filmes. Peça chave de enredos, os figurinos de alguns filmes marcam época e eternizam uma história ou um personagem no cinema.

Cena do filme "E o vento levou"

Foi assim com o clássico “E o vento levou”, de 1939.

O famoso vestido de veludo verde de cortinas

O filme, que retrata a relação de amor entre Scarlett O’Hara, interpretada por Vivien Leigh, e Reth, interpretado por Clark Gable, é um drama adaptado do livro de nome homônimo. Dirigido por David O Selzinick, o longa se passa durante a Guerra Civil Americana e é considerado por alguns críticos como o maior filme de todos os tempos das telonas.

Produzido por Walter Plunkett, os vestidos de Sacarlett O’Hara se imortalizaram e deram ao filme o Oscar de melhor figurino. “E o vento levou”, aliás, é o segundo filme na história do cinema a ter o maior número de indicações ao Oscar.

Entre as roupas de Scarlett usadas no filme, o vestido de veludo verde de cortinas se tornou um ícone e até hoje faz parte de exposições mundo afora.

Outro figurino sempre levado pelos cinéfilos é o de Gilda, filme de 1946.

Em preto e branco, a história de Gilda foi uma das mais provocantes da década de 40 e seu clássico par de vestido e luva virou suar marca registrada.
Interpretada por Rita Hayworth, a cena em que sua atriz tira suas luvas e canta a música “Put the blame on mame”, numa leve menção ao strip tease. é uma das mais clássicas do cinema noir.

Na lista de grandes figurinos, há ainda o incrível “Cabaret”.
Drama musical de 1972, “Cabaret”, que rendeu o Oscar de melhor atriz para Liza Minelli, traz a história da cantora e dançarina Sally Bowles. Ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, o filme foi o primeiro de uma avalanche de longas metragens com o tema dos cabarés. As cores fortes, a sensualidade e as roupas provocantes ganharam ainda mais emoção com a maquiagem e os penteados de Sally, criados pela própria Liza Minelli.
Ganhador de oito Oscars, o filme é um clássico pra ser visto e revisto.

“Cinderela em Paris”, de 1957, é um musical estrelado por Audrey Hepburn e Fred Astaire.


Com roupas feitas por Givenchy especialmente para o filme, peças como o vestido vermelho se tornaram ícones dos figurinos dos cinema. Com o universo da moda como tema de fundo, a figurinista Edith Head conseguiu fazer de “Cinderela em Paris” um filme adorado por dez entre dez mulheres.

Finalmente, em 2006, “Maria Antonieta” trouxe os figurinos dos filmes de novo como destaque no cinema. Ambientado no século XVIII, o filme conta a história da última rainha da França, interpretado por Kirsten Dunst.
Num trabalho singelo e delicado, a diretora Sofia Coppola e figurinista Milena Caronero usaram e abusaram de cores e detalhes. Numa célebre cena do filme, vestidos elegantes se misturavam a um All Star no armário, numa brincadeira provocadora sobre o estilo da rainha da França.

Cena do filme "Maria Antonieta"

Saias midi, como aproveitar essa tendência

17 abr

Nesse inverno as saias midi vêm com força pra ficar. Grande aposta dos estilistas a saia de comprimento midi é aquela que não é nem longa, nem curta. Ela fica abaixo dos joelhos e pode ir até poucos centímetros antes do tornozelo.

Nos desfiles de invernos as saias midi marcaram presença tanto nas marcas internacionais como Louis Vuitton, Fendi, Ralph Lauren, Chanel, Marc Jacobs, e nas marcas brasileiras; Alexandre Herchcovitch, Reinaldo Lourenço, Tritton, Espaço Fashion entre outras.

Foram apresentaram modelos de diversas formas, estampas, tecidos e texturas. Com referência aos anos 50 e 70, as saias podem apresentar diversas versões que vão desde o modelo rodado e solto ao reto e justo. Algumas com tecidos mais soltos, com maior movimento como a seda e a renda e outras com tecidos mais pesados.

Como usar?

Para as mulheres altas as saias longas ficam perfeitas. Já as baixinhas tem que tomar cuidado. Por causa do comprimento as saias midi podem causam a impressão de achatar a silhueta. Por isso as baixinhas tem que usar salto e evitar usar blusas muito compridas.

As saias midi são versáteis, por isso pode usar tanto em um look mais casual quanto para um look pra noite, dependendo do modelo e da combinação.

Look casual

Para um look mais casual prefira as saias com tecidos mais leves e com estampas mais claras. Pra compor o look, pode ser usado também cardigã ou blazer, junto com uma meia-calça.

Usar saia midi com camisetas deixa o look mais moderno e quebra o ar de seriedade da peça. Outro acessório que deixa o look bem bacana é usar a saia com cintos.

Look noite

Para a noite escolha saias com tecidos mais nobres, como seda, brilhos, e formas mais justas.

Sapatos adequados

Na hora de escolher o sapato preste atenção. É essencial escolher um sapato adequado para a produção.

Sapatos baixos não são indicados porque podem deixar a silhueta não muito atraente. Diga não às sapatilhas, botas de salto alto e bico fina, sapatos Mary Jane e escarpins. Prefira sempre sapatos de salto para dar um ar sofisticado e elegante. Ankle boot são uma boa escolha para compor o look no inverno.

Agora é só escolher o modelo que melhor se encaixa a você.

Adriana Salgado

Um amor pra recordar; emoções na trama e na trilha

15 abr

Filmes românticos são sempre bons para encontrar músicas inspiradas. Em um amor pra recordar a trilha sonora é capaz de te levar desde momentos contagiantes até fazer você chorar. Esse filme é clássico entre as garotas. Boa parte dos telespectadores provavelmente deve ter se emocionada com a história de Jamie.

Jamie Sullivan é filha do pastor de uma pequena cidade, é estudiosa e bondosa. Já Landon Carter, o rapaz mais popular da escola é desajustado e agressivo. Após landon se envolver em um incidente é punido e por isso tem que freqüentar as aulas de teatro, onde passa a conviver com Jamie. Com o tempo os dois passam a ser conhecer melhor e começam um romance, mas jamie faz de tudo pra evitar o assedio, porque ela tem câncer.

A trilha sonora ajudar a compor as cenas. As músicas transmitem as emoções dos personagens ao longo da trama. A trilha é composta em sua boa parte por músicas de Mandy Moore, a atriz que interpreta Jamie e pela banda Switchfoot. Bandas como The Breeders, Fuel, Onesidezero, Skycopter nine, New Radicals and Jonathan Foreman tambem fazem parte da trilha.

Em 2001 Mandy Moore lançou um disco com composições suas que fizeram parte do filme. Esse CD vendeu mais de um milhão de cópias nos estados unidos.

As músicas Only Hope, Cry, You e Learning to breathe são as de maior destaque.

Confira o clipe oficial da música Cry para o filme

watch?v=K64z00z8MuA&feature=related

Você pode encontrar o CD no site:

http://musicaemuitomais.webnode.com.br/news/trilha-sonora-de-um-amor-para-recordar/

Lista completa da trilha sonora

1 – Cannonball
Escrita por Kim Deal.
Interpretada por The Breeders.

2 – So What Does It All Mean?
Escrita por Shane West.
Interpretada por West Gould & Fitzgerald.

3 – Empty Spaces
Escrita por Carl William Bell.
Interpretada por Fuel.

4 – Lighthouse
Escrita por Jeral Vince Gray, Percy E. Gray Jr.
Interpretada por Mandy Moore.

5 – Friday on My Mind
Escrita por Harry Vanda, George Young.
Interpretada por Noogie.

6 – Anything You Want
Escrita por Jeffrey Cardoni, Patrick Houlihan.
Interpretada por Skycopter 9.

7 – Tapwater
Escrita por Rob Basile, Brett Kane, Levon Sultanian, Jason Radford e Christian Hernandez.
Interpretada por Onesidezero.

8 – If You Believe
Escrita por Guy Roche e Shelly Peiken.
Interpretada por Rachael Lampa.

9 – No Mercy
Escrita por David Foster, Brian J. Grillo, Michael Hateley e Derek O’Brien.
Interpretada por Extra Fancy.

10 – No One
Escrita por Terry P. Baisamo, Stephen D. Hayes, Jeremy D. Marshall, Samuel Alan McCandless e Ronald Ward, Jr.
Interpretada por Cold.

11 – Enough
Escrita e Interpretada por Matthew Hager.

12 – Mother We Just Can’t Get Enough
Escrita por Gregg Alexander.
Interpretada por New Radicals.

13 – Only Hope
Escrita por Jonathan Mark Forman.
Interpretada por Mandy Moore.

14 – Get Ur Freak On
Escrita por Missy ‘Misdemeanor’ Elliott e Tim Mosley.
Interpretada por Missy “Misdemeanor” Elliott.

15 – Flood
Escrita por Daniel Paul Haseltine, Charles Daniel Lowell, Stephen Daniel Mason e Matthew Thomas Odmark.
Interpretada por Jars of Clay.

16 – Dancin’ in the Moonlight
Escrita por Sherman Kelly.
Interpretada por Toploader.

17 – Someday We’ll Know
Escrita por Gregg Alexander, Danielle Brisebois e Debra Holland.
Interpretada por Mandy Moore e Jonathan Foreman.

18 – Learning to Breathe
Escrita por Jonathan Mark Foreman.
Interpretada por Switchfoot.

19 – All Mixed Up
Escrita por Nicholas Lofton Hexum e Douglas Vincent Martinez.
Interpretada por 311.

20 – Dare You To Move
Escrita por Jonathan Mark Foreman.
Interpretada por Switchfoot.

21 – You
Escrita por Jonathan Mark Foreman.
Interpretada por Switchfoot.

22 – It’s Gonna Be Love
Escrita por Anthony Michael Bruno e Thomas V. Byrnes.
Interpretada por Mandy Moore.

23 – Only Hope
Escrita por Jonathan Mark Foreman.
Interpretada por Switchfoot.

24 – Cry
Escrita por J. Renald.
Interpretada por Mandy Moore.

25 – Numb In Both Lips
Escrita por Dave Jay, Jim Sumner & Austin Reynolds.
Interpretada por Soul Hooligan.

 

Adriana Salgado

Elizabeth Taylor, a atriz dos olhos violeta

12 abr


O dia 23 de março de 2011 amanheceu mais triste e ficou marcada na história do cinema e da moda como o dia em que uma de suas maiores estrelas morreu, a atriz Elizabeth Taylor.
Com 79 anos de vida, – tendo dedicado 70 ao cinema – a atriz, que já tinha histórico de problemas no coração, faleceu em Los Angeles, Estados Unidos, devido a insuficiência cardíaca.

Nascida em Londres, capital britânica, ainda menina se mudou com os pais para o Kansas, nos Estados Unidos.

Desde pequena, seus olhos claros como violeta e suas pestanas, que por uma falha genética eram duplas, chamavam a atenção para sua beleza.

Uma amiga da família, admirada com Elizabeth e seus traços tão singulares, resolveu leva-lá para o cinema e, com apenas 9 anos de idade, Liz estreava no filme ”There’s no one born every minute”. Um ano mais tarde, fez o filme Lassie Come home (trazudido em português como “Lassie, a força do coração”) que até hoje é lembrado na história do cinema americano.

Desde sua estreia em Hollywood, os filmes se sucederam um atrás do outro na carreira da atriz: O Gigante, em 56, A árvore da Vida, 57, Gata em teto de zinco quente, em 58 e Bruscamente no Verão passado em 59.

Butterfield 8 de 1960 lhe renderia o primeiro Oscar de sua carreira, na sua quarta indicação para o prêmio. O segundo viria seis anos mais tarde, com o filme “Quem matou Vírgina Woolf”, clássico da década de 60 e até hoje apontando por alguns críticos como a melhor atuação de Elizabeth nas telonas.

Foi no filme Cleópatra (1963) um dos filmes mais famosos do cinema pelos absurdos que cercaram sua produção (o filme demorou quatro anos para ser gravado e estima-se que teve um gasto de 286 milhões de dólares) que a atriz, casada oito vezes, conheceu o grande amor de sua vida: Richard Burton.

Richard foi seu companheiro por duas vezes e aquele com que manteve contato por cartas até 1984, quando o ator morreu.

Mas não eram apenas a vida profissional e a vida amorosa de Liz Taylor, já tão movimentadas, os únicos alvos da mídia. Sua saúde e suas constantes internações eram fartamente exploradas pelos jornais da época. O envolvimento com álcool e a dependência de remédios tornavam a saúde da atriz extremamente delicada, o que levava a longos períodos em hospitais e a atrasos nas gravações de filmes.

Nada disso, no entanto, apagou seu brilho. Ícone para varias gerações, Elizabeth é sempre lembrada por sua beleza delicada, seu estilo conservador e seus olhos de violeta.

Para o professor da UNESP, João Eduardo Hidalgo, doutor especializado em cinema espanhol e diretor de curta-metragens, a diva foi também um marco em filmes esquecidos pela mídia. “Um lugar ao sol, da década de 60 e com o Montgomery Clift, é um filme que fala de traição e morte. O Montgomery Clift é pobre e se apaixona por Elizabeth Taylor, que é riquíssima, e planeja matar a mulher pra ficar com ela. Há todo um envolvimento misterioso. Um filme interessante com uma temática um pouco pesada pra década de 50, mas Elizabeth nunca teve medo de fazer filmes polêmicos, assim como na vida ela também foi bastante polêmica.”

Com uma beleza singular, na mesma época em que Brigitte Bardot e Sophia Loren eram grandes estrelas, Elizabeth Taylor deixou seu nome na história da moda e do cinema.

Paulinha Alves

Primeira edição de 2011 do Estilo em Claquete

8 abr

O Estilo em Claquete estreiou hoje trazendo novidades de moda e cinema. Yves Saint Laurent, É tudo verdade, Oxford, Anos 70, e muito mais! Para ouvir, clique aqui.

São Paulo Fashion Week & o cinema

18 fev

Se a temporada de inverno 2011 do Fashion Rio já tinha mostrado que o cinema e a moda podem muito bem caminhar juntos, o São Paulo Fashion Week – mesmo que de maneira mais tímida – veio para provar de vez a influência que uma área tem sob a outra.

FH por Fause Haten

FH por Fause Haten se apresentou na Bienal do Ibirapuera com uma coleção intitulada “N.A.D.A, simplicidade e essência”.  Os brilhos e o tom pesado da coleção apareciam em cada nova peça que as modelos desfilavam na passarela, em contraste com grandes perucas loiras que faziam um jogo lúdico entre branco e preto. Sem excessos, com silhuetas ora mais amplas ora mais ajustadas ao corpo, Fause Haten apostou no brilho dos cristais – que permeavam toda a coleção – para mostrar a força de suas peças. Sua apresentação, no entanto, não parou por aí. Depois que todas as modelos desfilaram e sentaram em cadeiras, a passarela foi invadida por um piano e a dança do casal de bailarinos Melissa Soares e Gustavo Lopes.
Além disso, para construir sua coleção, Fausen também se inspirou na personagem de Catherine Deneuve, Séverine, em” A Bela da Tarde”.

FH por Fause Haten inverno 2011 no SPFW

A Bela da Tarde

A “Bela da Tarde,” de 1967, conta a história de Séverine – interpretada pela linda Catherine Deneuve – uma dona de casa rica, bonita e casada com um cirurgião famoso. Contrariando sua suposta vida perfeita, a protagonista do filme se sente infeliz no casamento e passa a ter uma vida dupla onde durante as noites é a esposa recatada e, durante as tardes, a grande estrela de um bordel onde realiza seus desejos sexuais.
Do diretor Luis Buñuel, o filme é a adaptação de uma obra de Soseph Kessel.

Capa e imagem do filme "A Bela da Tarde"

A atriz Catherine Deneuve que interpreta a personagem Séverine

Fashion Rio inverno 2011 & o cinema

12 fev

Que o mundo do cinema e da moda sempre se cruzam por aí já sabemos, mas muitas vezes a sétima arte se torna indispensável para o universo fashion, não apenas por seus figurinos ou suas grandes estrelas, mas servindo de inspiração pra toda uma coleção.
Foi o que vimos no Fashion Rio inverno 2011, onde filmes ganharam destaque em três grandes desfiles, tendo, cada um a sua maneira, reconstruído seus enredos e seus detalhes.

Patachou Inverno 2011

A Patachou resolveu trazer para seu inverno 2011 a temática dos filmes de suspense. Suas cores apagadas, sua aura intranquila e sua obscuridade resultaram em uma cartela de cores sóbria: preto, marinho e cinza grafite. A alfaiataria veio presente em toda a coleção, em peças que brincavam com as formas sendo bem justas ao corpo, mas com pequenos volumes. Se as cartela de cores veio bem reduzida não se pode dizer o mesmo dos tecidos e técnicas que vinham nas roupas. Essas variavam entre cetins, tules, tricô, couro, jacquard…
No entanto, não era apenas na obscuridade dos tons que a coleção trazia o lado sombrio dos filmes de suspense, já que havia uma brincadeira constante com as transparências, com as misturas de formas e volumes, além do próprio jogo de luz criado pelo brilho de muitas peças.
Merece destaque o sapato da Patachou, com trançados de couro que faziam referência as treliças do filme Janela Indiscreta.

Patachou inverno 2011

Janela Indiscreta

O filme, de Alfred Hitcoch, data de 1954, tendo uma refilmagem feita em 1998. O clássico da década de 50 conta a história do fotógrafo Jeff, que depois de quebrar a perna e ficar de repouso em casa, aproveita suas horas de descanso vendo a vizinhança pelas lentes de sua tele-objetiva.  Desconfiado de que foi testemunha de um homicídio, Jeff passa a fazer de tudo para confirmar suas suspeitas e provar que há um assassino no bairro.

Cena do filme "Janela Indiscreta"

Nica Kessler Inverno 2011

Uma onda vintage, bem estilo americano dos anos 60 e 70 pairava no ar. Com os filmes “Mary Poppins” e “Ironias do amor” como pano de fundo, Nica Kessler falou sobre uma mulher “bem comportada”, mas que, ao mesmo tempo, vinha cheia de toques ultra femininos. Isso se expressava na cintura marcada, no comprimento das saias além dos joelhos e no mix de estampas , em clara referências ao lúdico de “Mary Poppins”  e a loucura engraçada da personagem Jordan, de “Ironias do amor”.
Cartela de cores: Cinza, preto, branco, azul marinho, marrom e mostarda.

Nica Kessler inverno 2011

Mary Poppins

Lançado em 1964, o filme se passa na Londres de 1910, onde Mary Poppins (Julie Andrews) vai trabalhar como babá dos filhos do banqueiro Mr. Banks, depois de inúmeras tentativas frustradas de achar alguém para o cargo. As crianças sapecas e toda a família se surpreenderão não apenas com as habilidades de Mary, mas ainda com seus poderes mágicos e sua capacidade, ao lado do amigo Bert, de trazer diversão para todos.

Ironias do amor

O filme de 2oo9 conta a história do casal Charlie (Jesse Bradford) e Jordan (Elisha Cuthbert) que, mesmo tão diferentes, se apaixonam e passam a viver uma história de amor. A comédia romântica dá uma reviravolta quando, no ápice da paixão, as diferenças entre o casal falam mais alto e ambos decidem se distanciar para poderem tentar transformar o relacionamento passageiro em algo mais sério.

"Mary Poppins" e "Ironias do Amor"

Aüslander Inverno 2011

Diferente do que costumava apresentar em suas coleções, a Aüslander trouxe para seu inverno 2011 uma pegada street wear bem mais leve, dosando-a em diferentes momentos na passarela. Dando destaque ao couro e ao sintético, a marca teve como base para sua coleção o andarilho Chris McCandless, a grande inspiração do filme Na Natureza Selvagem. Sua cartela de cores ia do vermelho até o camelo passando pelo amarelo, cinza, preto e pele, apresentando xadrezes, flanelados e moletons que se encaixavam na figura do viajante representada na coleção.

Auslander inverno 2011

Na Natureza Selvagem

O filme dirigido por Sean Penn foi lançado em 2007 e conta a história de Chris McCandless, um jovem de 21 anos recém-formado da faculdade que decide sair do conforto de sua casa nos EUA e partir para uma empreitada no Alasca. Acompanhado apenas pela natureza, as provações passadas em sua nova vida são relatadas ao longo do filme, inspirado na obra homônima de Jon Krakauer.

"Na Natureza Selvagem", filme de Sean Penn