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Elizabeth Taylor, a atriz dos olhos violeta

12 abr


O dia 23 de março de 2011 amanheceu mais triste e ficou marcada na história do cinema e da moda como o dia em que uma de suas maiores estrelas morreu, a atriz Elizabeth Taylor.
Com 79 anos de vida, – tendo dedicado 70 ao cinema – a atriz, que já tinha histórico de problemas no coração, faleceu em Los Angeles, Estados Unidos, devido a insuficiência cardíaca.

Nascida em Londres, capital britânica, ainda menina se mudou com os pais para o Kansas, nos Estados Unidos.

Desde pequena, seus olhos claros como violeta e suas pestanas, que por uma falha genética eram duplas, chamavam a atenção para sua beleza.

Uma amiga da família, admirada com Elizabeth e seus traços tão singulares, resolveu leva-lá para o cinema e, com apenas 9 anos de idade, Liz estreava no filme ”There’s no one born every minute”. Um ano mais tarde, fez o filme Lassie Come home (trazudido em português como “Lassie, a força do coração”) que até hoje é lembrado na história do cinema americano.

Desde sua estreia em Hollywood, os filmes se sucederam um atrás do outro na carreira da atriz: O Gigante, em 56, A árvore da Vida, 57, Gata em teto de zinco quente, em 58 e Bruscamente no Verão passado em 59.

Butterfield 8 de 1960 lhe renderia o primeiro Oscar de sua carreira, na sua quarta indicação para o prêmio. O segundo viria seis anos mais tarde, com o filme “Quem matou Vírgina Woolf”, clássico da década de 60 e até hoje apontando por alguns críticos como a melhor atuação de Elizabeth nas telonas.

Foi no filme Cleópatra (1963) um dos filmes mais famosos do cinema pelos absurdos que cercaram sua produção (o filme demorou quatro anos para ser gravado e estima-se que teve um gasto de 286 milhões de dólares) que a atriz, casada oito vezes, conheceu o grande amor de sua vida: Richard Burton.

Richard foi seu companheiro por duas vezes e aquele com que manteve contato por cartas até 1984, quando o ator morreu.

Mas não eram apenas a vida profissional e a vida amorosa de Liz Taylor, já tão movimentadas, os únicos alvos da mídia. Sua saúde e suas constantes internações eram fartamente exploradas pelos jornais da época. O envolvimento com álcool e a dependência de remédios tornavam a saúde da atriz extremamente delicada, o que levava a longos períodos em hospitais e a atrasos nas gravações de filmes.

Nada disso, no entanto, apagou seu brilho. Ícone para varias gerações, Elizabeth é sempre lembrada por sua beleza delicada, seu estilo conservador e seus olhos de violeta.

Para o professor da UNESP, João Eduardo Hidalgo, doutor especializado em cinema espanhol e diretor de curta-metragens, a diva foi também um marco em filmes esquecidos pela mídia. “Um lugar ao sol, da década de 60 e com o Montgomery Clift, é um filme que fala de traição e morte. O Montgomery Clift é pobre e se apaixona por Elizabeth Taylor, que é riquíssima, e planeja matar a mulher pra ficar com ela. Há todo um envolvimento misterioso. Um filme interessante com uma temática um pouco pesada pra década de 50, mas Elizabeth nunca teve medo de fazer filmes polêmicos, assim como na vida ela também foi bastante polêmica.”

Com uma beleza singular, na mesma época em que Brigitte Bardot e Sophia Loren eram grandes estrelas, Elizabeth Taylor deixou seu nome na história da moda e do cinema.

Paulinha Alves

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O estilo pin-up de ser

2 dez

Inocência e sensualidade num pacote só

Mais do que uma grande marca da cultura pop, as pin-ups são ícones de uma geração!

Popularizado durante a década de 40, o termo apareceu pela primeira vez ainda em 1941, se referindo num primeiro momento apenas a grandes mulheres sexys de Hollywood. No entanto, com o passar dos anos, o termo pin-up começou a ser usado para as figuras e caricaturas de mulheres que misturavam a sensualidade e a inocência tanto no jeito quanto na forma de se vestir. A imagem de menina-mulher que fez tanto sucesso no cinema e logo depois na TV ganhou uma aura inocente ao longo das décadas.

A cara de menina e atitude de mulher fatal levou as pin-ups a se tornarem não apenas queridas do público masculino, mas também ícones do público feminino. Exemplos disso são pin-ups como Betty Grable, Bettie Page, Marilyn Monroe e Brigitte Bardot. Betty Grable foi tão famosa que seu retrato estampava inúmeros armários dos soldados norte-americanos na Segunda Guerra Mundial e, da mesma forma, Marilyn Monroe se tornou um dos maiores ícones de popularidade do século XX. Sua fama foi tão grande que foi a escolhida para cantar parabéns ao presidente norte-americano John Kennedy, numa cena que se tornaria histórica.

Na sequência, Betty Grable e Marylin Monroe, estrelas pin-ups consagradas no cinema

Essas mulheres, que habitaram o imaginário masculino, também se transformaram em modelo para a ala feminina. Suas personalidades misturavam uma aura de criança inocente com a ousadia e a sensualidade de uma mulher.

Uma das mais recentes e famosas pin-ups é Dita Von Tesse. Além de modelo, Dita Von Tesse é atriz e artista burlesca, mas ficou conhecida mundialmente por seu estilo pin-up de ser: lábio vermelho sangue, roupas de renda que lembram lingeries, além dos decotes ousados formam sua figura. Sua aparência leva uma característica marcante de todas as pin-ups: a semelhança com bonecas.

A imagem da pin-up em Dita Von Tesse: salto alto, lábios vermelhos, cinta-liga e cachos bem feitos e volumosos

Assim, o mundo pop adotou as pin-ups para si e, hoje, imagens de pin-ups são encontradas nos mais diferentes produtos e lugares. A expressão se tornou sinônimo de estilo e personalidade. Prova disso são as pin-ups modernas que conseguimos encontrar no dia-a-dia. Mesmo não apostando na cinta-liga, nem deixando o visual carregado, as pin-ups modernas provaram como é possível adaptar estilos para diferentes gerações. Roupas que lembram boneca, mas que brincam com os tamanhos e decotes; brincos e acessórios grandes que deixam o visual de menina com cara mais madura; olhos muito pretos e lábios bem vermelhos, aliados à sapatilhas ou saltos deixando ora mais, ora menos o visual sexy. Tecidos mais leves, cores mais fortes e uma eterna brincadeira com desenhos e imagens infantis se misturam com o olhar ousado dessas meninas.

Adaptando o guarda-roupa, o estilo das pin-ups continua mais forte do que nunca, mostrando, mais uma vez, que é possível ser sexy sem ser vulgar.

Amy Winehouse lança linha de roupas e confirma shows no Brasil

28 nov

Causando, arrasando, criando, recriando. Amy Winehouse ameaça, mas nunca sai de foco no mundo das celebridades.

E o Brasil só tem a ganhar com isso. A produtora Mondo confirmou a tão aguardada notícia de shows no país, deixando os fãs brasileiros agitadíssimos.

Os quatro shows da cantora acontecerão só no ano que vem, mas os ingressos já começaram a ser vendidos. As apresentações vão acontecer em festivais espalhados pelo país voltados para as músicas soul e R&B.

O primeiro show é em Florianópolis no dia 8 de janeiro, depois a turnê segue para o Rio de Janeiro no dia 11, no dia 13 para Recife e por fim em São Paulo, no dia 15.

Outra novidade da inglesa é a sua linha de roupas para a marca Fred Perry, lançada no final de outubro, em que vende uma coleção exclusiva criada pela própria Amy.

O seu estilo foi a inspiração para a criação das peças. Tanto que até o número das roupas, uma de suas exigências, causou polêmica, já que seu número é 34, um tamanho que não entra nos padrões comerciais e muito menos estéticos, criticado pelos defensores da saúde e dos exemplos mal dados da cantora.

Como era de se esperar as roupas tem aquele ar retro sessentinha que destaca Amy da multidão, cheio de modelos sexys e vintage ao mesmo tempo.

Cintos, bolsas, saias lápis, camisas pólo, vestidos curtos e suéteres são as principais peças da coleção, que pode ser entregue no Brasil e vai em média de 60 a 80 libras.

Depois de um período de grandes sufocos e escândalos que iam de barracos e bebedeiras a drogas pesadas, Amy surpreende mais uma vez. Revivendo das trevas e esbanjando talento.

Veja mais fotos aqui:

http://www.lazerbeleza.com/2010/10/26/fotos-da-colecao-de-roupas-da-amy-winehouse/